Luiz Fux

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Sobre Luiz Fux

  1. Equipe foi a última a fazer crash test obrigatório antes da pré-temporada da categoria A escuderia baseada em Faenza anunciou nesta quarta-feira que o STR 11, no qual se especulou que tenha um bico semelhante ao da Mercedes, passou pelo teste de impacto e e foi homologado para participar da temporada 2016. A Toro Rosso foi a última a fazer o crash test. O novo carro da equipe também contará com uma distância maior entre eixos e será alimentado pelos motores Ferrari. Max Verstappen declarou esta semana que espera que o novo pacote ajude sua equipe a ganhar um segundo em relação ao modelo do ano passado. “Será entre oito décimos e um segundo, o que é muita coisa”, disse o jovem piloto ao programa de TV da Holanda Pep Talk.
  2. Atual campeão da MotoGP reconhece grande vantagem sobre rivais após terminar último dia de testes em Sepang com quase um segundo de vantagem sobre resto do grid Jorge Lorenzo desponta como o piloto a ser batido após as primeiras sessões de testes da pré-temporada da MotoGP, em Sepang. O atual campeão da categoria dominou o primeiro e o terceiro dia de treinos na Malásia, sendo batido apenas na terça-feira, quando Danilo Petrucci foi o mais veloz. Nas duas sessões que liderou, Lorenzo estabeleceu vantagem na casa de um segundo sobre o segundo colocado – em ambas, quem chegou mais próximo do espanhol foi Valentino Rossi, companheiro de equipe na Yamaha. Enquanto alguns pilotos têm apresentado dificuldades para se adaptar aos pneus da Michelin, Lorenzo afirma que já encontrou praticamente o mesmo equilíbrio que tinha com os Bridgestone, fornecedora oficial da MotoGP até o final da temporada passada. O tricampeão não poderia, portanto, estar mais satisfeito com os primeiros trabalhos de 2016. “Os tempos de volta já dizem tudo. Um segundo de vantagem é algo bastante significativo, é muito bom estar tão à frente dos demais. A Michelin trouxe pneus melhorados para Sepang e os dois últimos compostos que testei me deixaram bastante confiante – estou próximo do equilíbrio que sentia com os Bridgestone”, disse. Apesar do domínio, Lorenzo revelou que andou na maior parte do tempo com a moto que mescla partes da M1 de 2015 com a moto de 2016, deixando de lado a versão nova da M1 – a mesma com a qual Rossi diz não se sentir totalmente confortável. “Não fizemos tanta coisa na moto, apenas ajustamos a eletrônica e eu tentei adaptar minha pilotagem aos pneus da Michelin. Hoje não andamos com a moto de 2016, concentramos nossos esforços na versão mista, pois não tivemos muito tempo de pista seca. Nas duas vezes em que andei, não senti tanta diferença”, completou.
  3. Mesmo tendo o nome da fabricante de relógios TAG Heuer, franceses afirmam que não haverá diferenças com o utilizado pela própria equipe em 2016 Durante o evento de lançamento do novo carro da Renault, uma promessa importante foi feita pela cúpula da escuderia: a de que sua cliente, a Red Bull, terá a disposição a mesma unidade de potência que a nova equipe vai utilizar em 2016. É o que garantiu Cyril Abiteboul, diretor da equipe. “Exatamente o mesmo. Na verdade nós temos a obrigação pelo regulamento de fornecer o mesmo equipamento”, disse o dirigente. “Em termos de continuidade, não muda nada, mesmo com a unidade recebendo uma marca.” Além disso, Abiteboul garantiu que as atualizações serão as mesmas. “A filosofia da Renault e a obrigação que o regulamento traz, é dar exatamente o mesmo equipamento. E se tivermos atualizações, eles terão também.” “A responsabilidade é nossa. Vamos desenhar e especificar um motor e eles vão receber exatamente o mesmo.” Acordo maior Embora o contrato atual da Red Bull dure apenas mais um ano, Abiteboul admitiu que não descarta estendê-lo, caso a equipe esteja interessada. “O contrato poderá ir mais longe. Sempre dissemos que iríamos continuar fornecendo motores para a Red Bull ou qualquer outra equipe, se for de nosso interesse estratégico.” Ele também sugeriu que a fabricante francesa também poderá suprir outra escuderia no futuro. “Se nós temos uma boa tecnologia, então tenho certeza de que as equipes vão se interessar por aquilo que temos a oferecer. Foi como quando tínhamos o V8, todos queriam ter o motor Renault.” Relatórios adicionais por Jonathan Noble
  4. Fabricantes não terão mais limites para desenvolver suas unidades de potência durante a temporada Segundo apurou o , o sistema de tokens será banido da F1 a partir de 2017. A mudança significa que os quatro fabricantes não terão limites para desenvolver seus motores. A mudança foi uma das principais concessões feitas às fabricantes para que elas concordassem em reduzir os custos para fornecer as unidades de potência aos demais times do grid. Todas as equipes terão que justificar seus gastos ao fazer suas próprias unidades, sem repassar os custos para os times clientes. Em 2016 as equipes trabalharão com 32 tokens cada. Esse número diminuiria para 25 em 2017, 20 em 2018 e, em seguida, 15 em 2019, o que deixará de acontecer. “O sistema de tokens está sendo retirado”, disse Cyril Abiteboul hoje. “Uma das razões para fazermos isso é que precisamos desenvolver mais nossos motores.” “Uma F1 que apenas se dedica a à performance do motor não é boa para ninguém.” “Você observa que não é bom para a Mercedes, para a Renault, para a Ferrari – todos nós temos interesse em mudar isso.” Abiteboul também deu outros motivos para a mudança. “Tomamos esta decisão também por causa do público, para não ficar ainda mais confuso entre o que é o sistema de penalização e o uso de tokens.” Outro sistema que foi abolido já para 2016 foi a regra de que algumas partes de um motor tivessem seu desenvolvimento limitado ou como popularmente chamado de partes “congeladas.”
  5. Nick Chester, diretor técnico, revelou que reunião desta quarta-feira foi apenas um evento e que modelo 2016 será diferente Fãs e jornalistas imaginaram que o lançamento do Renault RS16 mostraria a nova cara da equipe. A curiosidade estava em como seria a pintura do novo carro. Logo após a demonstração, a cúpula da equipe tratou de deixar as coisas mais claras quanto ao novo visual. “É similar, mas não será assim”, disso Nick Chester, diretor técnico da escuderia. Já o diretor, Cyril Abiteboul, descreveu o evento de hoje como um “show.” “O que você está vendo aqui hoje está mais para um show, para ser honesto. O carros ainda está sendo produzido. Ele será ligado somente na próxima semana.” “Nos testes será quando o carro será revelado. Haverá uma evolução do pacote, a carenagem, a asa dianteira, entre outras partes de um F1.” Chester falou que o novo RS16 estará na pista pela primeira vez nos testes em Barcelona no fim do mês. Base sólida da Lotus Chester está otimista quanto à boa base de desenvolvimento, pelo fato da Lotus ter provado ser competitiva, mesmo sem atualizações durante a temporada. “Acredito que temos um bom carro em que os pilotos conseguem tirar o máximo proveito dele. Estamos tentando manter essas características e conseguir um pouco mais. Vamos adicionar mais desenvolvimento aerodinâmico.” Mesmo assim, ele admitiu que o time, que utilizou motores Mercedes no ano passado, teve que fazer algumas mudanças para encaixar a nova unidade de potência. “Mudamos algumas partes do desenho do chassi para podermos otimizar o uso do nosso novo motor, além de outras mudanças.” Relatos adicionais por Jonathan Noble
  6. Marc Marquez reconhece superioridade da atual campeã entre os construtores na MotoGP após três dias de testes de pré-temporada em Sepang Após os três dias de testes que inauguraram a pré-temporada da MotoGP – dois deles dominados pela dupla da Yamaha – com Jorge Lorenzo à frente de Valentino Rossi na primeira e na terceira sessão – Marc Marquez vê a equipe rival significativamente à frente da Honda. Sem conseguir acompanhar o ritmo de Lorenzo e Rossi, Marquez se vê às voltas com as dificuldades da Honda com a central eletrônica padrão e admite que a desvantagem, especialmente em ritmo de corrida, é preocupante. “Em uma volta rápida talvez a desvantagem possa ser menor, mas em ritmo de corrida é de 0s9 a um segundo por volta, uma diferença enorme. Fizemos alguns progressos e está um pouco mais fácil de manter o ritmo, mas ainda estamos com dificuldades e longe de onde gostaríamos de estar”, disse o bicampeão. Marquez revelou ainda que não andou no limite mas que, ainda assim, ficaria distante das motos oficiais da Yamaha. “Não andei a 100% – como você viu, não sofri nenhuma queda nestes três dias. A moto não está pronta para voltas rápidas. Não andei no limite, mas mesmo que tivesse andado, a impressão é de que ainda ficaria distante da Yamaha”, afirmou. Por fim, o espanhol falou sobre os contratempos com a eletrônica padrão. “É nossa principal dificuldade. O problema é que estamos distantes de um desempenho satisfatório com essa eletrônica. É como eu disse no final da temporada passada: algumas fabricantes chegariam adaptadas ao primeiro teste e outras sofreriam. Talvez tenhamos escolhido um caminho errado, mas agora estamos tentando ir na direção certa”, completou.
  7. Tetracampeão Scott Dixon deverá andar com raios amarelos no carro, lembrando pinturas da década de 1990 No media day da IndyCar nesta última terça-feira (2) no circuito de Indianápolis, a equipe Chip Ganassi – campeã de 2015 com o neozelandês Scott Dixon – mostrou uma pintura para o carro do neozelandês que promete conquistar o coração dos fãs saudosistas. O time voltou a utilizar raios amarelos em seu carro, adereço que figurou em todas as pinturas da equipe de 1995 até o ano de 2001. Foi com este esquema de cores que o time conquistou seus quatro primeiros títulos na categoria, entre 1996 e 1999, com Jimmy Vasser, Alessandro Zanardi e Juan Pablo Montoya. Aproveitando o patrocinador – que é o mesmo da época, a loja de departamentos Target – a Ganassi promoveu a viagem no tempo. Confira mais no vídeo abaixo:
  8. Equipe norte-americana espera ouvir pela primeira vez motor de seu modelo de 2016 no meio de fevereiro Novo time da Fórmula 1 para a temporada de 2016, a Haas espera ligar o seu carro na metade deste mês de fevereiro. Segundo o diretor da equipe, Gunther Steiner, o momento para que o conjunto “ganhe vida†pela primeira vez deve ser em 15 de fevereiro. Após o chassi ser terminado pela fábrica italiana Dallara, o motor será ligado exatamente uma semana antes de o carro ser revelado ao público, em 22 de fevereiro – dia do início da primeira sessão de testes na Espanha. “O carro será ligado no dia 15”, Steiner confirmou à Autosport. “Agora teremos muitos marcos. Um dos marcos nós passamos recentemente – os testes de impacto. Isso foi bom, deu confiança para a equipe de engenharia.” “Ligar o carro será o próximo marco significativo na história da Haas. Será quase como colocar o carro na pista pela primeira vez, ou participar da primeira corrida.” “Mas ligar o carro para mim vai ser demais. É emocionante, uma daquelas coisas que você quer ver acontecer.” Para os pilotos, Romain Grosjean e Esteban Gutierrez, o grande marco vai ser andar com o novo carro. “Eles estão em fase de preparação física para o campeonato”, acrescentou Steiner. “Eles estão no simulador, mas tudo começa com o ajuste do assento, que é na próxima semana.†“Eles vão fazer o banco e já vão competir. Isso é quando tudo começa a se tornar real.”
  9. A nova geração do BMW X1, uma das novidades mais aguardadas para o mercado brasileiro em 2016, já pode ser encontrada nas concessionárias autorizadas da BMW espalhadas pelo País. Apresentado ao público em setembro último, durante o Salão do Automóvel de Frankfurt (Alemanha), o novo BMW X1 estreia em solo brasileiro completamente renovado e ainda mais alinhado ao padrão de design adotado atualmente pelos SAVs (Sport Activity Vehicle), ou veículos de atividade esportiva, da família BMW X. À primeira vista ficam evidentes as proporções avantajadas do novo BMW X1 que conferem a ele uma aparência imponente e, ao mesmo tempo, elegante, em relação ao modelo anterior. Esta característica essencial do novo BMW X1 se deve à adoção de uma nova plataforma maior e mais robusta. Por conta disso, a nova geração do SAV ganhou 53 e 23 milímetros (mm) nas medidas de altura e largura, respectivamente, em comparação ao modelo anterior. Como consequência, a vida a bordo ficou ainda mais agradável. A posição de dirigir, por exemplo, cresceu 40 mm, garantindo maior visibilidade ao motorista. O espaço para quem viaja atrás também foi ampliado e, agora, o vão entre as pernas e o encosto dos bancos dianteiros conta com 74 mm a mais de distância. O porta-malas seguiu esta mesma tendência e passa a dispor de 505 litros de capacidade, podendo alcançar 1.505 l com os bancos traseiros rebatidos. O novo BMW X1 está disponível na rede de concessionárias da marca nas versões sDrive20i GP, sDrive20i X-Line e xDrive25i Sport. Todas trazem sob o capô o inédito motor 2.0L TwinPower Turbo, de 4 cilindros em linha, capaz de fornecer, na motorização 20i, potência máxima de 192 cv a 5.000 rpm e torque de 280 Nm a 1.250 rpm e, na versão 25i, potência e torque de 231 cv e 350 Nm, com o mesmo nível de giros do motor. Ambas as opções contam com câmbio automático de oito marchas. Esta transmissão, associada à tração integral xDrive, presente no xDrive25i, possibilita uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 6,5 segundos. E, além da segurança em quaisquer situações, a tecnologia xDrive propicia máxima liberdade e versatilidade na condução. O X1 sDrive20i, por sua vez, passa a vir com tração dianteira, o que garante redução de peso, mais eficiência em termos de consumo, além de mais espaço interno na cabine. Entre as tecnologias de gerenciamento do motor, os destaques ficam para o Driving Experience Control com Eco Pro, a função Auto Start/Stop e a tecnologia de regeneração de energia de frenagem que possibilitam atingir o melhor equilíbrio entre desempenho e eficiência. Já o prazer de dirigir é ressaltado pelo volante esportivo equipado com paddle-shifts para rápida troca de marchas. Além disso, o novo BMW X1 agrega ainda equipamentos de segurança de série, como seis air bags, controles de estabilidade e tração, pneus com tecnologia Runflat e faróis com tecnologia full-LED. O pacote de itens de série tem ainda um sistema de navegação com tela de 6,5 polegadas, e agora vem com o sistema BMW ConnectedDrive, que incorpora serviços de concierge, informações de trânsito em tempo real, chamada de emergência inteligente e BMW TeleServices. O modelo inclui também sensores de estacionamento traseiro e de chuva, com acionamento automático dos faróis baixos, e rodas de liga leve aro 18. A versão sDrive20i X-Line ganha teto solar panorâmico, bancos elétricos, espelhos rebatíveis e fechamento do porta-malas eletrônico. O xDrive25i Sport, por sua vez, também conta com rodas aro 19 e Som HiFi. As três versões são disponibilizadas com cinco opções de cores externas, sendo duas sólidas (Branco Alpino e Preto II) e três metálicas (Preto Safira, Prata Glacier e Cinza Mineral). As versões sDrive20i GP e sDrive20i X-Line contarão com duas opções de revestimento Sensatec (Preto e Bege Canberra). O xDrive25i, por sua vez, virá com bancos esportivos revestidos exclusivamente em Sensatec Preto. Afora a extensa lista de itens de série disponíveis no novo BMW X1, a marca conta com uma série de acessórios para personalizar o veículo e torná-lo ainda mais exclusivo. A relação de produtos inclui grade frontal preta high-gloss, projetor de porta de LED, soleiras para portas de LED, barras transversais, capas para espelho retrovisor externo em fibra de carbono, tapetes de borracha X-Line, capa para chaves, além de sistema de DVD & Tablet. O novo BMW X1 é comercializado nas concessionárias autorizada com preços sugeridos de R$ 166.950, R$ 179.950 e R$ 199.950, para as versões sDrive20i GP, sDrive20i X-Line e xDrive25i Sport, respectivamente. O SAV também pode ser adquirido por meio de planos especiais também concedidos pela BMW Serviços Financeiros, como o Sign & Go. Neste caso, o cliente pode dar uma entrada entre 0% e 49%, 24 parcelas mensais reduzidas, mais parcela final de 50% do valor do veículo e ainda conta com a garantia de recompra pelo concessionário ao término deste período. O veículo poderá ainda ser utilizado como entrada para um novo financiamento, propiciando a troca do BMW a cada dois anos. Os concessionários autorizados BMW podem ser acionados pelos clientes para detalhar o plano de financiamento Sign & Go. A BMW Serviços Financeiros oferece, ainda, a oportunidade de incluir no financiamento do novo BMW X1 até 10% do valor do veículo em acessórios. Além disso, por meio da parceria entre o BMW Group Serviços Financeiros e a Allianz Seguros, é possível adquirir o Seguro Auto BMW para veículos 0km e seminovos exclusivo da BMW, nas concessionárias autorizadas da marca. Dentre os diferenciais deste produto, destacam-se a emissão da apólice no momento da contratação do seguro, a possibilidade de inclusão do valor do prêmio no financiamento do veículo por meio do BMW Group Serviços Financeiros, além da opção de contratação de verba adicional no valor de R$ 3.000,00 (por sinistro) para despesas extraordinárias, opção de franquia reduzida, guincho sem limite de quilometragem e assistência 24 horas. Fonte: Comunicação Corporativa BMW Group Brasil
  10. Prestes a começar sua última temporada da Sprint Cup, tricampeão da NASCAR é levado a hospital não divulgado por assessoria Tony Stewart, de 45 anos, foi hospitalizado no domingo, após sofrer acidente de quadriciclo, sem estar competindo. No dia anterior, ele foi visto no leilão Barrett-Jackson em Scottsdale, no Arizona, em que chegou a dar entrevista para a TV que fazia a cobertura do evento. Ainda não se sabe as extensões dos ferimentos. A Stewart-Haas emitiu um comunicado na tarde desta terça-feira comentando o assunto. “Tony Stewart, piloto do carro #14 da Stewart-Haas Racing da NASCAR Sprint Cup, sofreu uma lesão nas costas devido a acidente na tarde de domingo. Stewart foi transportado para um hospital local e neste momento está sendo avaliado.” “Stewart está acordado e alerta e pode movimentar todas as extremidades.” O local e o hospital em que o piloto está não foram revelados. A equipe promete dar mais informações somente na próxima quinta-feira à tarde.
  11. Casey Stoner reiterou que não volta para a MotoGP, apesar de ter participado de primeira sessão cronometrada com outros pilotos na pista desde 2012 Após andar pela primeira vez com a GP15 no último sábado, Casey Stoner participou do segundo dia de testes de pré-temporada da MotoGP, juntando-se aos titulares Andrea Dovizioso e Andrea Iannone nesta terça-feira (2), em Sepang. Na primeira sessão cronometrada com outros pilotos na pista – a primeira desde 2012 – Stoner foi o nono mais veloz do dia, pouco mais de um segundo atrás de Danilo Petrucci, primeiro colocado do dia. Apesar de reconhecer que o teste é importante do ponto de vista do desenvolvimento da moto, Stoner garante que isso não o atrairá para as corridas novamente. “Foi bom estar na pista novamente ao mesmo tempo que outros pilotos, mas mais pelo fato de que a pista não estava suja e estávamos na mesmas condições que os demais. Então conseguimos o mesmo feedback dos outros rapazes no time – isso é importante para melhorar a moto”, disse. Mas não tenho intenção de voltar a correr. Foi bom estar na pista para obter dados, mas seguirei me divertindo vendo as disputas do lado de fora em vez de me envolver a esse ponto”, afirmou. Sem planos de andar com a GP16 Stoner, que volta a andar na quarta-feira, último dia de testes em Sepang, revelou que não tem certeza de quando terá a oportunidade de andar com a GP16, moto da Ducati para a temporada 2016 da MotoGP. “Não há nenhum plano nesse sentido no momento. Não queremos complicar as coisas, os titulares devem fazer os testes deles primeiro. Talvez eu tenha uma chance no futuro, agora o importante é aprender e me adaptar a tudo. Quando sentirmos que não há mais nada a fazer com a GP15, talvez possamos passar para a nova versão. Mas ainda há muito pela frente até chegar lá”, disse. Stoner, por fim, destacou que não forçou o ritmo em nenhum momento, procurando andar em um ritmo constante para coletar dados sobre a moto. “Neste segundo dia eu me senti muito mais adaptado e entendendo melhor a moto do que no primeiro. Esse é o caminho, não podemos dar um passo maior do que nossas pernas”, completou.
  12. Italiano declarou que ainda não está 100% confiante em sua Yamaha versão 2016, após segundo dia de testes em Sepang Valentino Rossi fez o sexto melhor tempo no segundo dia de testes em Sepang, na preparação para temporada 2016 da MotoGP. Ele ficou quase um segundo atrás de seu compatriota, Danilo Petrucci. Apesar de ter dito que gostaria de testar sua YZR-M1 em outra pista, Rossi admitiu que ainda não está totalmente confiante em seu equipamento. “Neste momento eu prefiro a versão da moto semelhante a de 2015, porque apesar de várias coisas positivas da de 2016, temos problemas na frenagem.” “Mas amanhã vamos tentar novamente. Não estamos com pressa. Para mim é interessante testar em Phillpi Island, por ser uma pista diferente.” Rossi também elegeu Jorge Lorenzo novamente como o piloto a ser batido. “Jorge é muito, muito rápido”, disse. “Ele foi o mais rápido hoje dos que estavam com pneus mais duros, já que acho que Petrucci, Marc Marquez e Hector Barbera estavam com os macios.” “O que significa que Cal Crutchlow foi o segundo mais rápido com esse tipo de borracha, mas foi sete décimos mais lento que Jorge.” “Ele está correndo muito e se sente muito bem com o pneu dianteiro.”
  13. Categoria e fabricante divulgaram nota à imprensa com a notícia da renovação de contrato, mas sem citar período exato Indy e Honda anunciaram nesta terça-feira a renovação do acordo que coloca a fabricante japonesa por mais alguns anos no grid da maior categoria de monopostos dos Estados Unidos. “Estamos gratos pela parceria de longa data da Honda com IndyCar nos últimos 13 anos”, disse Mark Miles, CEO da empresa que mantém a categoria e do Indianapolis Motor Speedway. “Correr é parte do DNA da Honda e seu contínuo investimento na Indy é fundamental para o sucesso e crescimento contínuo do nosso esporte.” A Honda conseguiu 217 vitórias na categoria nas duas décadas de parceria oficial, além de ter 10 títulos do campeonato de fornecedores. Em seu retrospecto, também contam 10 vitórias nas 500 Milhas de Indianápolis. A fabricante ficou seis temporadas como a única a oferecer motores para a série. Em 2016 será o sexto ano que terá a concorrência da Chevrolet. “Nos 13 anos que a Honda tem sido uma parte da Indy, tivemos um grande sucesso, tanto contra a forte concorrência de outros fabricantes ou como fornecedor único “, disse Art St. Cyr, presidente da Honda Performance Development . “A Honda tem o prazer de fazer parte da IndyCar, uma vez que fornece tanto um desafio técnico para os nossos associados e uma vitrine para os produtos Honda em todo o mundo.”
  14. Piloto paulista da equipe Full Time terá português da Fórmula E e do DTM ao lado na abertura da temporada em Curitiba Após Átila Abreu confirmar Nelsinho Piquet como seu companheiro na prova de duplas da Stock Car, que abrirá a temporada da categoria no dia 6 de março, agora foi a vez de Allam Khodair declarar que vai repetir seu time com o português Antonio Félix da Costa para o evento. Os dois fizeram dupla no ano passado, quando a corrida foi realizada em Goiânia. Eles finalizaram a prova em terceiro lugar. “Estou muito feliz de ter o Felix ao meu lado mais uma vezâ€, falou o piloto paulista da Full TIme. “Ele é um grande piloto e mostrou isso no ano passado, quando nos ajudou a conquistar o terceiro lugar na Corrida de Duplas, além de ser um cara muito bom de se trabalhar. Esse ano, ele virá mais experiente com o carro para buscarmos a vitória.†“Esta prova é especial, já se transformou em um grande evento cheio de estrelas do automobilismo mundial. Mas como este ano nosso objetivo é buscar o título, começar o ano vencendo é importante. Por isso buscamos um piloto que com certeza irá nos ajudar a conquistar nosso objetivo.†Félix da Costa espera que a experiência prévia lhe ajude a melhorar seu resultado neste ano. “Fiquei muito honrado em ser mais uma vez convidado pela equipe Full Time Texaco para estar na Stock Car. A categoria é fantásticaâ€, iniciou. “O Khodair me ajudou muito a pegar as manhas de como pilotar este carro no ano passado. Foi um verdadeiro professor. E isso foi essencial para que tivéssemos um bom resultado. Agora que não sou mais totalmente novato, espero poder ajudá-lo a buscar a vitória.”
  15. O scooter que mais conquistou prêmios no mercado brasileiro ganha mais potência na versão 2017. O novo Citycom S começa a chegar à rede de concessionárias Dafra a partir da 2ª quinzena do próximo mês de fevereiro e a grande novidade é o motor, que passa a entregar 27,8 cv de potência máxima. Lançado no Brasil em 2010 numa parceria de sucesso entre a brasileira Dafra e a taiwanesa SYM, o Citycom conquistou o consumidor brasileiro, pois é um produto que trouxe grandes novidades ao mercado nacional de scooter, como motorização intermediária – que possibilita rodar na cidade ou na estrada com tranquilidade -, rodas maiores aro 16â€, freios a disco em ambas as rodas, escudo frontal, entre outros. Outros itens já consagrados do modelo permanecem na versão 2017, como freios a disco FH-CBS (Full Hidraulic Combined System, ou freios combinados de acionamento hidráulico), que permitem uma resposta de frenagem mais precisa maior segurança na pilotagem, rodas aro 16†– que representam um grande ponto a favor da estabilidade e da dirigibilidade, auxiliando o condutor a transpor com facilidade buracos e irregularidades no piso nas grandes cidades -, e transmissão automática CVT . Visual moderno e robusto na medida certa é uma das marcas registradas do Citycom. O scooter possui uma frente de linhas fortes, integrando de forma harmônica os faróis – com máscaras num tom mais escuro -, os retrovisores e o para-brisa, que possibilita mais proteção aerodinâmica ao piloto principalmente em altas velocidades. Na traseira moderna lanterna em LED. O painel é completo, com iluminação em LED, combinando mostradores analógicos e digitais, apresentando dados como nível de combustível, hodômetros total e parcial e relógio. Logo abaixo do painel está um amplo porta-luvas, com tomada 12V para carregar diferentes dispositivos, como celular e GPS, e fechamento por chave. Ainda no quesito praticidade o scooter DAFRA conta com gancho retrátil para levar pequenas sacolas, tampa do tanque de combustível disposta sob as pernas do condutor, e as pedaleiras retráteis para o garupa, facilmente acionadas apenas com o movimento dos pés. Outros pontos de destaque do Citycom são o banco em dois níveis, extremamente confortável, e o amplo compartimento que acomoda facilmente capacete e outros objetos e que oferece mais proteção, já que possui com forração em carpete. Contando com um chassi firme e rígido, o scooter é muito estável nas retas e curvas de baixas e altas velocidades, sem contar com sua ótima agilidade nas mudanças de trajetos. As suspensões, dignas da modernidade do projeto, são macias e com curso mais que suficiente para a utilização nos perímetros urbanos, que geralmente contém buracos, valetas, lombadas etc, assim como para a utilização em rodovias. O perfeito balanceamento das suspensões do Citycom é proveniente do conjunto rodas e pneus Metzeler Feelfree 110/70-16 M/C TL 52P e 130/70-16 M/C TL 61P. Mais potente e com ótimo aproveitamento em suaves acelerações, o Citycom possui excelente resposta no acelerador e é equipado na versão S com motor OHC (Over Head Camshaft) de 278,33 cm3, quatro tempos, monocilíndrico, quatro válvulas, alcançando novos 27,8 cv de potência a 7.750 rpm e torque de 27,5 N.m a 6.500 rpm. Cores disponíveis: Branca, preta brilhante e preta fosca Preço público sugerido: R$ 18.490,00 Fonte: daframotos.com.br