<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title><![CDATA[O brasil tem bons motivos para incentivar a mobilidade ?verde??]]></title><description><![CDATA[<p dir="auto"><a href="http://www.carpointnews.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mobilidade-verde.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc"><img src="http://www.carpointnews.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mobilidade-verde.jpg" alt="" title="mobilidade verde" class=" img-fluid img-markdown" /></a></p>
<p dir="auto">foto: divulgação</p>
<p dir="auto">o brasil, especialmente as grandes cidades, como é o caso de são paulo, rio de janeiro, brasília, belo horizonte entre outras, deve mesmo refletir com atenção e prioridade, os benefícios em adotar, o quando antes, a mobilidade ?verde? em larga escala. não só pelos apelos econômicos com geração de emprego e divisas para o país, mas sobretudo pela ótica da saúde da população, especialmente, dos que vivem nos grandes centros urbanos.</p>
<p dir="auto">segundo estudo da universidade de são paulo (usp) divulgado em 01/10/2012, a poluição em são paulo mata mais do que a aids e a tuberculose. o estudo aponta que ?<em><strong>a capital paulista tem 28 microgramas de poluentes causadas pela queima de combustíveis fósseis por metro cúbico, quando o limite considerado tolerável pela organização mundial da saúde é oms, é de 10 microgramas</strong></em>?.</p>
<p dir="auto">o estudo da usp conclui revelando que ?s_<strong>e a capital reduzisse em 10% os níveis da poluição do ar entre 2000 e 2020, 114 mil paulistanos não morreriam no período</strong>_?. neste contexto, segundo pesquisa divulgada recentemente pela oms, a poluição do ar provocou 3,2 milhões de mortes de pessoas no mundo em 2010. foi um salto de 300% em relação ao ano 2000, quando os óbitos foram de 800 mil. no brasil, a oms, estima que somente a poluição atmosférica cause 20 mil mortes por ano, número cinco vezes maior do que óbitos estimados por tabagismo passivo.</p>
<p dir="auto">além disso, o brasil não deve permitir que o país pague o elevado custo da defasagem tecnológica, como ocorreu até o início dos anos 1990, quando o então presidente fernando collor de mello, revelou ao mundo que os carros brasileiros mais pareciam carroças. a partir deste ponto, a indústria automobilística brasileira reagiu, e saiu de 712.741 unidades de autoveículo vendidas em 1990, para mais de 3,8 milhões de unidades em 2012.</p>
<p dir="auto">naturalmente, com o gigantesco crescimento do mercado automobilístico, o brasil passou a contar com enorme ganho de receita e emprego. portanto, se o país não quiser arcar com os ônus da defasagem tecnológica no setor, terá que agir enquanto há tempo. e se ainda restar alguma dúvida de que o momento certo é este, basta verificar os números de vendas globais dos veículos híbridos e elétricos, para constatar o quanto são representativos. aliás, somente a toyota já vendeu mais de 5 milhões de híbridos, globalmente.</p>
<p dir="auto">neste contexto, apesar de acanhado, o brasil acaba de dar o primeiro passo para incentivar a mobilidade ?verde?. na última segunda-feira (20/05) o governo alterou o conteúdo do inovar-auto (regime automotivo brasileiro lançado para promover a competitividade através de incentivo à inovação tecnológica e adensamento da cadeia produtiva da indústria automotiva nacional) passando a exigir até 2017, índice de 12% de eficiência energética para os veículos de fabricação nacional.</p>
<p dir="auto">a decisão foi importante, mas é insuficiente para viabilizar a mobilidade ?verde? no país. o mais importante, ainda não foi feito, é reduzir a carga tributária que atualmente cobra alíquota máxima de 55% de imposto sobre produtos industrializados é ipi e 35% de imposto de importação. adicionado aos demais encargos, um carro elétrico chega custar quase cinco vezes mais no brasil, como é o caso do mitsubishi i-miev, único carro elétrico vendido no mercado doméstico, custa em são paulo r$200 mil (us$100 mil) e na califórnia, estados unidos, em torno de r$46.600 (us$23.300 já deduzido o incentivo do governo).</p>
<p dir="auto">como se pode verificar, o que não faltam são bons motivos para o brasil adotar, o quanto antes, a mobilidade ?verde? em massa, tendo o veículo elétrico e híbridos como ?locomotivasó deste movimento.</p>
<p dir="auto"><strong><em>*escritor, conferencista e diretor do instituto das concessionárias do brasil</em></strong></p>
<p dir="auto"><strong>fonte:</strong> <a href="http://verdesobrerodas.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc">verdesobrerodas.com.br</a></p>
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