Pra defenestrar de vez as duvidas sobre óleos….



  • todas as duvidas que vcs tinham sobre óleos e o thiagão aqui nunca teve a coragem de postar estão aqui…......

    análises tápicas é shell helix alta quilometragem 25w60 sl
    grau sae 25w60 sl
    densidade a 20/4?c - 0,897
    ponto de fulgor (va) (?c) - 228
    ponto de fluidez (?c) - -3
    viscosidade a 40?c (cst) - 250
    viscosidade a 100?c (cst) - 23,4
    ?ndice de viscosidade - 116

    análises tápicas é shell helix standard 20w50 sf
    grau sae 20w50 sf
    densidade a 20/4?c - 0,8864
    ponto de fulgor (va) (?c) - 228
    ponto de fluidez (?c) - -3
    viscosidade a 40?c (cst) - 160,8
    viscosidade a 100?c (cst) - 18,94
    ?ndice de viscosidade - 134

    análises tápicas é shell helix super 15w50 sl
    grau sae 15w50 sl
    densidade a 20/4?c - 0,8827
    ponto de fulgor (va) (?c) - 220
    ponto de fluidez (?c) - -27
    viscosidade a 40?c (cst) - 139,3
    viscosidade a 100?c (cst) - 18,72
    ?ndice de viscosidade - 152

    análises tápicas é shell helix plus 10w40 sl - sint?tico
    grau sae 10w40 sl
    densidade a 20/4?c - 0,864
    ponto de fulgor (va) (?c) - 232
    ponto de fluidez (?c) - -32
    viscosidade a 40?c (cst) - 93,8
    viscosidade a 100?c (cst) - 14,2
    ?ndice de viscosidade - 157

    análises tápicas é shell helix ultra 5w40 sl - sint?tico 100% - energy conserving
    grau sae 5w40 sl
    densidade a 20/4?c - 0,851
    ponto de fulgor (va) (?c) - 232
    ponto de fluidez (?c) - -36
    viscosidade a 40?c (cst) - 73,7
    viscosidade a 100?c (cst) - 13,5
    ?ndice de viscosidade - 189

    análises tápicas é lubrax sl
    grau sae 20w/50
    densidade a 20/4?c - 0,8898
    ponto de fulgor (va) (?c) - 242
    ponto de fluidez (?c) - -24
    viscosidade a 40?c (cst) - 162,6
    viscosidade a 100?c (cst) - 18,5
    ?ndice de viscosidade - 127
    cinzas sulfatadas (% peso) - 1,07

    análises tápicas - lubrax topturbo (diesel)
    grau sae 15w-40
    densidade a 20/4oc - 0,8830
    ponto de fulgor (va) (oc) - 230
    ponto de fluidez (oc) - -27
    viscosidade a 40oc (cst) - 107,2
    viscosidade a 100oc (cst) - 14,75
    ?ndice de viscosidade - 142
    cinzas sulfatadas (% peso) - 1,17
    ?ndice de basicidade total (mgkoh/g) - 11,0

    análises tápicas - lubrax sj
    grau sae 20w/50
    densidade a 20/4oc - 0,8846
    ponto de fulgor (va) (oc) - 240
    ponto de fluidez (oc) - -24
    viscosidade a 40oc (cst) - 183,7
    viscosidade a 100oc (cst) - 20,80
    ?ndice de viscosidade - 134
    cinzas sulfatadas (% peso) - 0,50

    análises tápicas - lubrax extra turbo (diesel)
    grau sae 15w/40
    densidade a 20/4oc - 0,8800
    ponto de fulgor (va) (oc) - 230
    ponto de fluidez (oc) - -27
    viscosidade a 40oc (cst) - 111,9
    viscosidade a 100oc (cst) - 15,11
    ?ndice de viscosidade - 141
    cinzas sulfatadas (% peso) - 1,05
    ?ndice de basicidade total (mgkoh/g) - 9,0

    análises tápicas - lubrax sint?tico - frasco cinza com etiqueta preta
    grau sae 5w/40
    densidade a 20/4oc - 0,8492
    ponto de fulgor (va) (oc) - 240
    ponto de fluidez (oc) - -33
    viscosidade a 40oc (cst) - 84,14
    viscosidade a 100oc (cst) - 13,8
    ?ndice de viscosidade - 170
    cinzas sulfatadas (% peso) - 1,20

    análises tápicas - lubrax tecno - frasco cinza com etiqueta verde
    grau sae 15w/40
    densidade a 20/4oc - 0,8808
    ponto de fulgor (va) (oc) - 230
    ponto de fluidez (oc) - -27
    viscosidade a 40oc (cst) - 110
    viscosidade a 100oc (cst) - 14,8
    ?ndice de viscosidade - 139
    cinzas sulfatadas (% peso) - 1,07

    análises tápicas é ursa premium tdx (diesel)
    grau sae 15w-40
    densidade @ 20?c - 0,8855
    viscosidade a cst @ 40?c é 105,4
    viscosidade a cst @ 100?c é 14,3
    ?ndice de viscosidade - 138
    ponto de fulgor, coc, ?c - 238
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -33
    tbn, mgkoh/g - 1,0

    análises tápicas é lubrax valora 5w30 - concorrente do havoline energy
    grau sae 5w-30
    densidade @ 20?c - 0,8473
    viscosidade cst @ 40?c é 56,06
    viscosidade cst @ 100?c é 10,25
    ?ndice de viscosidade - 173
    ponto de fulgor, coc, ?c - 234
    ponto de fluidez, ?c - -48

    análises tápicas é havoline energy (original do celta )
    grau sae 5w-30
    densidade @ 20?c - 0,8480
    viscosidade cst @ 40?c é 56,2
    viscosidade cst @ 100?c é 9,95
    ?ndice de viscosidade - 165
    ponto de fulgor, coc, ?c - 220
    ponto de fluidez, ?c - -45

    análises tápicas é havoline ultra
    grau sae 5w-40
    densidade @ 20?c - 0,853
    viscosidade cst @ 40?c - 87,8
    viscosidade cst @ 100?c é 14,7
    ?ndice de viscosidade - 156
    ponto de fulgor, coc, ?c - 226
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -42

    análises tápicas é havoline premium sl
    grau sae 20w-50
    densidade @ 20?c - 0,8898
    viscosidade cst @ 40?c - 163,1
    viscosidade cst @ 100?c é 17,96
    ?ndice de viscosidade - 122
    ponto de fulgor, coc, ?c - 242
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -24

    análises tápicas é valv. durablend sm
    grau sae 15w-40
    densidade @ 20?c - 0,880
    viscosidade cst @ 40?c é 92,41
    viscosidade cst @ 100?c é 13,95
    ?ndice de viscosidade - 154
    ponto de fulgor, coc, ?c - 234
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -33
    cinza sulfatada % peso - 1,2

    análises tápicas é valv. competition plus sl
    grau sae 20w-50
    densidade @ 20?c - 0,882
    viscosidade cst @ 40?c é 168,0
    viscosidade cst @ 100?c é 18,7
    ?ndice de viscosidade - 120
    ponto de fulgor, coc, ?c - 210
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -21

    análises tápicas é valv. turbo v sf
    grau sae 15w-40
    densidade @ 20?c - 0,888
    viscosidade cst @ 40?c é 210
    viscosidade cst @ 100?c é 19,8
    ?ndice de viscosidade - 113
    ponto de fulgor, coc, ?c - 220
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -18

    análises tápicas é valv. synpower sl (sint?tico)
    grau sae 5w-30
    densidade @ 15?c - 0,853
    viscosidade cst @ 40?c é 75
    viscosidade cst @ 100?c é 12,3
    ?ndice de viscosidade - 164
    ponto de fulgor, coc, ?c - 222
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -45

    análises tápicas é valv. all fleet plus (diesel)
    grau sae 15w-40
    densidade @ 15?c - 0,8826
    viscosidade cst @ 40?c é 105,4
    viscosidade cst @ 100?c é 15
    ?ndice de viscosidade - 143
    ponto de fulgor, coc, ?c - 233
    ponto de fluidez, ?c d-97 - -30

    tá aí, se não entender os dados técnicos dou uma sugestáo: google
    falows max

    o pessoal do vc já pesquisa isso a longo tempo... peguei alguns dos melhores momentos no link:

    http://www.vectraclube.com.br/forum/viewto…asc&start=0

    ==============================================================================
    complemento - ed?sio vectraclube:

    …a grande vantagem dos ol sint?ticos é o seu alto ?ndice de viscosidade que nada mas é do que a sua grande capacidade de preservar as suas características originais dentro de uma larga faixa de temperatura de trabalho por longos períodos e a grande quantidade de aditivos que ele possui. esta faixa vai de temperaturas negativas até um pouco acima da faixa de trabalho normal do motor. quanto a viscosidade, que é outra coisa, o ideal mesmo é trabalhar com ol até 40 por causa dos tuchos.
    a minha experiencia com o meu vcd 2.0 16v foi a seguinte, assim que comprei o carro eu usava o ol 20w-50 castrol gtx 4x(mineral). já na segunda troca (5000km), o carro começou a bater tucho. quando comentei com o senhor da casa de ol ele (como você) sugeriu que eu colocasse um ol sint?tico. fiz um flush no motor, desceu uma lama, e passei a usar um 10w-40. o motor não faz mas barulho de tucho, o carro ficou outro.
    já um amigo meu cujo carro passou dos 100000km, resolveu usar um desses ol alta kilometragem passou por maus momentos com vazamentos por todos os retentores.
    vai a dica:

    principais utilizações dos aditivos
    1- detergentes
    mantém em suspensão e finamente dispersado na massa do óleo o carbono formado.

    2- antioxidantes
    retarda a oxidação do óleo e por longo tempo mantém o óleo com as características originais

    3- anticorrosivos
    evita, mesmo com a presença de umidade, o enferrujamento das peças

    4- antiespumante
    impede, mesmo em casos extremos, a formação de espuma assegurando assim a lubrificação normal e constante

    5- extrema pressão
    combina com o metal das partes em contato e forma uma capa superficial que evita a soldagem

    6- antidesgaste
    forma pel?culas protetoras sobre as superf?cies metálicas

    7- rebaixadores do ponto de fluidez

    8- aumentadores do ?ndice de viscosidade

    viscosidade
    ? a resist?ncia que um óleo impoe ao escoamento. essa medida é determinada em aparelhos chamados viscos?metros. a viscosidade é uma das características mais importantes dos óleos.

    ?ndice de viscosidade
    ? a expressão num?rica da variação da viscosidade com a variação da temperatura. assim, o alto ?ndice de viscosidade revela variação relativamente pequena de viscosidade, em função da temperatura, enquanto o baixo ?ndice de viscosidade indica tend?ncia do óleo a apresentar grande variação de viscosidade com uma pequena variação de temperatura.

    classificação dos óleos sae (society of automotive engineers)

    classificação viscosidade cinem?tica (cst) a 100?c
    sae min / max
    0w 3,8
    5w 3,8
    10w 4,1
    15w 5,6
    20w 5,6
    25w 9,3
    30 9,3 / 12,5
    40 12,5 / 16,3
    50 16,3 / 21,9
    60 21,9 / 26,1

    ==============================================================================
    gaud?rio - vectraclube

    dae galera.

    encontrei um texto muito bom sobre oleos lubruficantes no forum da ford e resolvi colar aqui neste topico para esclarecer duvidas de muitos aqui.

    segeu na integra o topico do forum citado:

    pessoal, esta semana encaminhei um e-mail a um condutor da shell, que aluga seu veículos com a empresa onde trabalho, e hoje obtive um retorno.

    apesar de extenso, gostaria que todos lássem com atenção.

    segue meus questionamentos, e posteriores respostas da shell lubrificantes:

    caro paulo, bom dia

    sou integrante de um clube fordista (www.fiestahp.com.br) e costumo auxiliar os demais participantes do fórum, na parte de dúvidas técnicas a esclarecer as principais dúvidas com relação a manutenção / alteração ( faça você mesmo ) de seus veículos. criaram diversos tópicos com relação é troca de óleo, e cada um expessa a sua experiencia, e estão ocorrendo muitas diverg?ncias com relação é dúvidas com o óleo, que possam vir a até prejudicar o motor de seus veículos.

    gostaria de esclarecer algumas dúvidas (mitos e verdades) com relação a algumas questáes sobre óleos:

    segue então uma série de perguntas frequentes no fórum que foram filtradas como sendo as principais dúvidas técnicas:

    • quais as diferenças/ vantagens entre óleo mineral e olão sint?tico?
    • com o óleo sint?tico é possível rodar mais km do que um mineral?
    • qual o significados das especificações, por exemplo 5w 30 ou 20w 40? (qual o significado de cada número e letra?)
    • quais as vantagens / desvantagens de usar outra especificação de óleo no motor que não seja ao do manual do fabricante do veículo?

    periodicidade das trocas de óleo:

    • qual a periodicidade de troca de óleo ideal? e o filtro de óleo?
    • quantos km / dia seriam considerados como pouca rodagem , ou existe alguma definição para tal?
    • h? diferença na periodicidade de troca de óleo de quem roda poucos km / dia para quem roda muitos km / dia?
    • quem roda pouco com o veículo deve trocar o óleo de qtos em qtos meses ou em qtos km rodadosó
    • quem roda muito com o veículo, qual o km especificado para a troca de óleo?
    • de acordo com as variações das especificações do óleo, h? alguma diferença com relação a quantidade de km rodado para troca, ou não existe essa variação de km?
    • existe algum tipo de óleo que se possa ter uma elevada km de rodagem sem trazer malef?cios ao motor?
    • nos casos do carro da ford, em sua maioria é orientado pela montadora a troca de óleo mineral a cada 15.000km ou 01 ano, juntamente com seu filtro. isso pode ocasionar algum problema futuro em nossos motoresó

    aditivos de óleo:

    • existe algum aditivo que possa ser adicionado ao óleo do motor? quais os benefícios / malef?cios delesó
    • alguns mecânicos recomendam adicionar um aditivo ao óleo (flush como o pessoal costuma chamar) e deixar o motor funcionar por alguns minutos antes de efetuar-se a troca de óleo de motor juntamente com o seu filtro. quais os beneficios / malef?cios deste procedimento?

    borra interna no motor:

    • como a borra no motor é formada?
    • como podemos evit?-la?
    • como podemos perceber se h? borra em nossos motoresó

    a maioria das dúvidas são bastante comuns aqui no departamento e já temos algumas respostas prontas. peguei uma relação delas e colei num arquivo. anexei também mais alguns materiais que poderão ajud?-lo.

    com relação ao questionamento a respeito da limpeza de motores com o aux?lio de produtos próprios, acreditamos que o procedimento possa ser adotado, desde que o nível de formação de borra não seja muito grande e que o mecânico envolvido seja experiente no processo. em virtude de ultimamente estarem aparecendo muitas reclamações devido a formação de depositos e borra em motores novos de carros de passeio (vide reportagem recente do jornal o globo); tám sido lançado no mercado muitos produtos nacionais e importados formulados para realizar a limpeza interna de motores a combust?o. eles possuem como principio ativo normalmente solventes derivados de petróleo que como tal, realmente possuem capacidade de remover material incrustado, mas que podem vir a tacar materiais a base de borracha (retentores). ocorre que ao ser realizado o desprendimento desta borra dentro do motor, se o mesmo conseguir sair pelo bujão do carter a operação foi bem sucedida, mas se ela vier a se alojar em alguma outra parte interna do motor poder? vir a obstruir a passagem do óleo bloqueando a lubrificação e piorando a situação. tudo depende da quantidade e consist?ncia desta borra. para se ter uma idéia desta quantidade, a observação da borra formada na tampa de óleo e a quantidade de óleo e borra que saem pelo bujão na hora da drenagem podem ser usadas como referencia. não somos contra ou a favor da utilização destes produtos e temos conhecimento de que muitas concession?rias realizam essa limpeza em todos os veículos durante suas revisões, com sucesso. voltamos a colocar que o problema está no nível de formação de borra. por este motivo as montadoras recomendam a desmontagem e limpeza externa da tampa de válvulas, carter, válvula e tubulação de recirculação de gases pcv. e se não for suficiente, a limpeza das galerias do bloco, o que pode levar a uma total desmontagem do motor, com um alto custo para o propriet?rio. muitos mecânicos realizam este tipo de operação com óleo diesel, querosene e até com fluido de freio. desaconselhamos totalmente a utilização desses produtos.

    atenciosamente,

    cristiane andrade
    teletec - shell lubricants
    tels: 0800-781616 ou 0300 789 8282
    fax: 21 3984-8824
    e-mail [email protected]


    anexo 1 perguntas e respostas

    1.existem basicamente tr?s tipos de óleo lubrificante: mineral, semi-sint?tico e sint?tico. quais as diferenças b?sicas entre eles e as vantagens de cada um?
    os lubrificantes de base mineral são formulados com óleos b?sicos derivados do refino do petróleo. são compostos de frações de hidrocarbonetos podendo ser classificados como parafúnicos, naftúnicos ou arom?ticos de acordo com a composição química, origem do petróleo e com os processos de refino.
    os óleos sint?ticos possuem composição química bem definida, e são obtidos a partir de reações químicas de polimerização de insumos provenientes da ind?stria petroquímica. podemos dizer que os óleos sint?ticos foram desenvolvidos exclusivamente para serem utilizados como lubrificantes, sendo assim, possuem características excelentes para desenvolverem este papel. seu processo de fabricação requer cuidados especiais, refletidos no produto final. os óleos sint?ticos, por sua maior estabilidade e deterg?ncia, mantém suas propriedades por um período mais longo que os óleos minerais.
    os óleos semi-sint?ticos constituem-se de uma mistura de bases minerais e sint?ticas, em proporções variadas. apresentam desta forma características intermediárias, de acordo com o percentual de cada base. os óleos sint?ticos apresentam, por exemplo, melhor resist?ncia é oxidação que os óleos minerais. quanto maior for o teor de base sint?tica em um óleo semi-sint?tico maior será sua resist?ncia é oxidação.
    ? bom ressaltar que o benefício oferecido pelo óleo sint?tico está na lubrificação mais eficiente garantindo um aumento na vida útil do motor, e nunca na extensão do período de troca. devido sua excelente estabilidade térmica e é oxidação, podem trabalhar sob temperaturas mais elevadas que os óleos minerais. além disso, sua pel?cula lubrificante é mais resistente se mantendo mesmo nas condições mais severas de carga.

    2. quais as melhores aplicações para cada um desses tipos de lubrificantes nos veículos atuaisó

    o propriet?rio deve sempre se basear nas instruções do manual para lubrificação de seu veículo.

    3. o que são e quais são as classificações api e sae para óleos lubrificantes e as diferenças entre elasó
    o api (instituto de petróleo americano) estabeleceu um sistema de classificação para os óleos de motor, que é baseado em néveis de desempenho para cada tipo de óleo, sendo constitu?do de testes de motores, de bancada e de campo, e limites pré-estabelecidos de avaliação. este sistema foi desenvolvido de tal forma que permite a adição de novos néveis de qualidade é medida que se fizer necessário suprir novas exig?ncias da ind?stria automobil?stica: sf < sg < sh < sj < sl.

    a classificação sae (sociedade dos engenheiros automotivos) não considera o desempenho do produto, mas apenas a sua viscosidade. a viscosidade de um óleo é a medida da sua resist?ncia ao escoamento e varia conforme a temperatura. a baixa temperatura, um óleo é mais espesso , isto ?, sua viscosidade é maior. é medida que se aumenta a temperatura, o óleo torna-se cada vez mais fino , isto ?, sua viscosidade diminui. um óleo que flui lentamente prejudica a partida do motor, enquanto que um óleo muito fino proporciona uma lubrificação deficiente e um alto consumo do mesmo. atualmente encontramos no mercado, lubrificantes com diferentes classificações de viscosidade: sae 20w 50, sae 10w 40, etc. colocando de maneira simplificada, um óleo 15w 50 se comporta a frio como um óleo sae 15w e a quente como um óleo sae 50. na prática, o número que possui o w, refere-se é partida a frio do motor. quanto menor ele for, mais rápido o óleo fluir?, no momento mais cr?tico, que é o da partida, evitando o contato entre as partes metálicas minimizando o desgaste. o número sem o w refere-se é viscosidade do óleo na temperatura de operação do motor. assim, um óleo 5w 40, terá o mesmo comportamento de viscosidade a quente, que um óleo 15w 40 já que ambos serão sae 40. sua viscosidade na partida a frio, entretanto, será menor, permitindo que o lubrificante atinja a parte alta do motor mais rapidamente.
    no brasil são mais comuns os óleos sae 40 e 50. apesar disso, já existem montadoras que estão recomendando óleos mais finos para seus motores, mesmo para o nosso clima. é o caso, por exemplo, da ford que recomenda para alguns de seus modelos um óleo sae 5w 30. essa recomendação se deve a tecnologia de motor mais avan?ada empregada nesses motores que requerem óleos fuel economy (economia de combustável). esses óleos (mais finos) se adaptam perfeitamente a essa nova demanda, de motores mais econômicos e mais eficientes.

    4. como o usuário pode escolher o melhor lubrificante para seu veículo?
    em geral as montadoras indicam nos manuais dos veículos as especificações mínimas que o óleo deve atender para garantir que todos os requisitos de lubrificação sejam atendidos. os lubrificantes para motores tám participação fundamental para que os novos projetos de motores sejam viabilizados. os novos motores são mais agressivos aos óleos, na medida que seus regimes de operação são em geral, mais severos. além de terem que assegurar uma lubrificação eficiente sob elevados regimes de contaminação, estes precisam suportar ainda, temperaturas de trabalho cada vez maiores e períodos de troca estendidos. as especificações de lubrificantes mais conhecidas são a api (americana), acea (europoia) e a jaso (japonesa).
    essas especificações visam estabelecer limites de desempenho para os lubrificantes. para tal, são submetidos a uma bateria de testes de bancada, de laboratério e de campo, onde são avaliados vêrios par?metros, como desgaste de anéis de segmento, formação de depositos, resist?ncia ao espessamento, limpeza de carter e etc.
    de posse dessa informação o usuário dever? optar por um óleo lubrificante que atenda ou supere a classificação de desempenho exigida. é importante verificar também se existe alguma restrição quanto é base do produto. algumas montadoras não recomendam o uso de óleos minerais, desta forma apenas poder? ser empregado óleos semi-sint?ticos ou 100% sint?ticos. para os casos onde não exista essa restrição, ficará a crit?rio do usuário a escolha da base.

    5. se o usuário utilizar um óleo de classificação superior ao recomendado, isto trar? algum benefício para o motor do veículo?
    a utilização de um óleo com desempenho superior ao estabelecido pela montadora trar? benefícios refletidos diretamente na vida útil do motor. quanto maior a qualidade do óleo lubrificante, maior a proteção interna do motor. a utilização, por exemplo, de um óleo com classificação api sj, onde é recomendado o uso de um produto api sf, garantir? que todos os requisitos mínimos de lubrificação estabelecidos pela montadora, serão atendidos e superados.

    6. quais problemas ele pode ter se usar um óleo de classificação inferior ao utilizado?? medida que o motor entra em funcionamento, o nível de contaminantes no lubrificante aumenta progressivamente. como os produtos da combustão são continuamente formados e absorvidos pelo óleo, torna-se cada vez mais difácil para ele proteger e lubrificar o motor. a degradação do óleo e sua exposição a temperaturas elevadas provocam um consumo (depleção) dos aditivos, contaminação e oxidação. a oxidação por sua vez ocasiona espessamento (aumento na viscosidade) e associada a presença de contaminantes (sujeiras) provoca também o escurecimento do óleo.
    o usuário dever? seguir sempre as recomendações da montadora de forma a garantir o bom funcionamento de seu veículo. o uso de lubrificantes com classificação inferior é especificada no manual do propriet?rio poder? comprometer a proteção completa do motor, levando é redução em sua vida útil.

    7. qual a composição b?sica dos lubrificantes atuais - dispersantes, detergentes, etc - e para que serve cada um desses agentesó
    os lubrificantes consistem basicamente da mistura de óleos b?sicos e aditivos. de acordo com a aplicação e com o nível de performance exigido, a formulação poder? ser diferente. os aditivos são adicionados nas mais variadas proporções com a finalidade de melhorar ou conferir propriedades desejadas ao lubrificante final. eles são classificados em 3 categorias:
    os que modificam a performance do óleo: aumentadores do ?ndice de viscosidade e abaixadores do ponto de fluidez.
    os que protegem o lubrificante: antioxidantes e antiespumantes.
    os que protegem as superf?cies lubrificadas: anticorrosivos, antiferrugem, dispersantes/detergentes e antidesgaste.
    ? bom lembrar que o lubrificante possui uma série de funções. em se tratando de lubrificantes para motores, a mais importante é a formação de um filme suficientemente espesso, para prevenir o contato entre as superf?cies metálicas reduzindo conseq?entemente o atrito aumentando a efici?ncia dos motores. por conta disso, fabricantes de lubrificantes investem intensamente em tecnologia de aditivos pois de nada adiantaria projetar-se um motor de grande efici?ncia, se o lubrificante utilizado não consegue manter uma adequada pel?cula entre as partes m?veis em condições severas de operação (temperaturas elevadas e altas cargas). outra função que merece destaque é a capacidade que o óleo tem de promover a refrigeração do equipamento. a terceira tão importante quanto as anteriores, é a refrigerante. permitir que o lubrificante acelere o seu processo de degradação ao limite máximo poder? levó-lo a apresentar a apar?ncia de uma graxa escura. nesse momento não haver? a quantidade de óleo necessária para a lubrificação do motor levando-o ao seu travamento.

    8. o uso de aditivos é recomendado? quando?
    não recomendamos o uso de nenhum tipo de aditivo extra nos lubrificantes acabados. esta prática pode comprometer o funcionamento do motor, tendo em vista que o pacote de aditivos adicionado aos óleos b?sicos é formulado e balanceado em uma proporção definida, e a adição de um aditivo extra desequilibraria a formulação bem como o desempenho final do produto. além disso, não temos como garantir que o nosso produto seja compatével com o aditivo usado. ressaltamos também que não é recomendada a mistura de óleos de diferentes formulações, ou seja, de fabricantes diferentes. isso porque não podemos garantir quais tipos de interações poderiam vir a ocorrer entre os diversos aditivos existentes nos lubrificantes. o api determina que todos os óleos de mesma classificação tám que ser compatéveis entre si. sendo assim, um óleo api sj de um fabricante poder? ser misturado a um óleo de outro fabricante, também api sj. desta forma, podemos garantir que não haver? nenhuma reação de incompatibilidade entre eles. mesmo assim, não recomendamos essa prática, pois entendemos que a mistura levar? a um desbalanceamento no pacote de aditivo original de cada produto, não proporcionando o benefício máximo que cada produto individualmente ofereceria.

    9. existe algum problema em se usar um óleo sint?tico quando o recomendado é o mineral, ou vice-versa?
    não existe qualquer restrição quanto ao uso de óleos sint?ticos em lugar de óleos minerais. fazemos, entretanto, uma ressalva quanto ao uso de óleos sint?ticos em motores antigos, principalmente quando não conhecemos o hist?rico de lubrificação desses motores. motores que possuem um hist?rico de lubrificação ruim (uso de lubrificante de baixa qualidade e períodos de troca estendidos), mesmo em casos de quilometragem não muito elevada, devem seguir certos cuidados antes de efetuar a troca do óleo. caso o motor apresente uma grande quantidade de borra a alteração na base do óleo deve ser seguida de uma série de cuidados.
    a princ?pio faz-se necessária a realização de um flushing com o próprio óleo escolhido, fazendo a primeira troca, tanto do óleo como do filtro, num período bem curto (cerca de uns 1000 km). nesse período, deve-se acompanhar o comportamento de consumo, sua cor pela vareta, além da pressão de óleo pela luz testemunha no painel. este monitoramento é essencial para garantia do funcionamento adequado do motor, pois caso ele esteja com muita borra, existe uma grande chance desta se desprender pela ação de limpeza do lubrificante sint?tico ou semi-sint?tico podendo entupir a tela do tubo pescador ou alguma galeria, prejudicando a lubrificação. nestas situações onde a quantidade de borra é elevada, é necessário a realização de uma limpeza mecânica do motor, com a retirada do carter e outras peças.
    a segunda troca, do óleo e do filtro, deve ser realizada com 5000 km e da? em diante gradativamente, até que seja alcançado o intervalo de troca estabelecido pela montadora, no manual do propriet?rio. quanto maior for a quilometragem rodada do veículo, maior dever? ser a atenção no caso de troca de bases.
    o contrário, que corresponderia a migração de um óleo sint?tico ou semi-sint?tico para o mineral, poder? ser realizada sem problemas, deste que este último atenda ?s especificações mínimas estabelecidas pela montadora. entendemos que os motores lubrificados com produtos de base sint?tica tendem a apresentar maior limpeza. é bom ressaltar que, neste caso, a escolha de um óleo de qualidade inferior, impactar? na vida útil do motor.

    10. quais as diferenças b?sicas entre os lubrificantes para motores a gasolina, álcool e diesel?
    as diferenças b?sicas entre eles encontram-se em suas composições químicas onde cada tipo de óleo atender? a especificações de desempenho particulares. lubrificantes para motores a diesel, por exemplo, requerem uma reserva alcalina (tbn) maior que aqueles para motores que trabalham com gasolina e álcool. o óleo diesel é um combustável com uma concentração de enxofre relativamente alta, e portanto, sua combustão gera ?xidos sulfurosos que em contato com água produzem ?cidos. estes ?cidos são extremamente prejudiciais para o motor, pois além de provocarem corrosão, aceleram a degradação do óleo. esta reserva alcalina é responsável pela neutralização dos ?cidos evitando que estes prejudiquem o motor.

    11. os motores quatro tempos de motocicletas exigem lubrificantes diferentes dos motores de autom?veisó porque?
    embora existam exceções, a maior parte das motos 4 tempos possui um reservatério único para o motor e para a caixa de câmbio, que inclui também o disco de embreagem imerso no óleo. neste caso faz-se necessário que sejam atendidas demandas extras de esforão no lubrificante, quando comparadas aos óleos para carros de passeio.
    lubrificação e proteção do motor: neste ponto não existe diferença real em relação é lubrificação dos carros de passeio, lembrando que esses motores por questáes de projeto e operação exigem óleos de alto desempenho.
    lubrificação da caixa de câmbio: geralmente são lubrificadas por óleos multiviscosos (com elevado iv é ?ndice de viscosidade). no entanto, sob condições ?rduas, como elevadas temperaturas e longos períodos de troca, o pol?mero aumentador do iv, pode sofrer cisalhamento ocasionado pelo esforão mecânico entre os dentes da engrenagem. este cisalhamento provoca uma queda acentuada na viscosidade, aumento de desgaste do motor e da caixa de engrenagem e lubrificação ineficiente. uma solução será a utilização de óleos b?sicos sint?ticos.
    embreagem: geralmente o disco de embreagem trabalha no interior da caixa de câmbio. com isso o óleo terá que evitar que a embreagem derrape. em geral os óleos para motores possuem modificadores de fricção, que reduzem a fricção e com isso aumentam a economia de combustável. tais óleos podem fazer com que os discos de embreagem escorreguem, reduzindo a fricção durante a aceleração do motor. outra observação constatada pelos motociclistas refere-se a utilização de óleos muito viscosos na partida a frio. estes acarretam o endurecimento e emperramento da embreagem.
    as motocicletas 4 tempos solicitam do óleo lubrificante características diferentes das solicitadas por um carro de passeio, apesar do princ?pio de funcionamento do motor ser o mesmo. portanto sua formulação diferencia-se da utilizada nos óleos para motores de veículos a passeio. as motos, por exemplo, operam em altas rotações e elevadas temperaturas na parte superior do pistão e carter, além de possu?rem uma relação potência/cilindrada elevada. o lubrificante dever? lubrificar os mancais, cilindros e mecanismo de válvulas; refrigerar o motor, especialmente mancais, mecanismo de válvulas e pistões; promover vedação entre a c?mara de combustão e o carter (entre os anéis de segmento e o cilindro); manter o interior do motor limpo, mantendo a fuligem e contaminantes (principalmente os gerados pela caixa de câmbio e embreagem) em solução para evitar a deposição deles. para garantir maior proteção contra desgaste, o óleo dever? possuir a menor viscosidade possível na temperatura de operação, sem que haja um rompimento do filme de lubrificação. o óleo também deve conter aditivos para garantir a proteção contra formação de depositos (detergentes), borra (dispersantes) e antioxidantes para retardar a deterioração do óleo.
    propriedades que influenciam na escolha do óleo para motos 4 tempos
    ? elevado ?ndice de viscosidade
    ? elevada estabilidade ao cisalhamento
    ? boa performance de funcionamento da embreagem ?mida
    ? aus?ncia de modificadores de fricção
    ? elevada estabilidade térmica
    o equil?brio da viscosidade se mostrar? extremamente importante, de forma a proteger as engrenagens do câmbio (viscosidade não muito baixa) por um lado e viabilizar economia de combustável (viscosidade não muito alta) por outro. essa característica será proporcionada por um elevado ?ndice de viscosidade. além disso, o lubrificante dever? proporcionar uma boa performance de funcionamento da embreagem ?mida, de maneira a evitar patinação ou torn?-la de difácil engate, permitindo suave engrenamento. os agentes modificadores de fricção geram patinação da embreagem. tem de ser evitados, óleos para motores de carros de passeio.

    12. quais as diferenças entre os óleos para motores dois tempos e os para motores quatro tempos de motocicletasó
    assim como os óleos para motores 4 tempos, os óleos 2 tempos também tem de ser formulados com componentes de alta qualidade, de maneira a alcançar um melhor desempenho. a maior parte destes lubrificantes, possui em sua composição, diluentes que facilitam a diluição dele na gasolina, bem como a fluidez do óleo nos sistemas de lubrificação autom?tica. além destes aditivos, é importante que estes lubrificantes possuam abaixadores do ponto de fluidez a fim de melhorar o fluxo sob baixas temperaturas, anticorrosivos para prevenir a corrosão interna do motor, quando estiver desligado, detergentes e dispersantes.
    propriedades que influenciam na escolha do óleo para motores 2 tempos
    ? baixa formação de depositos
    ? proteção contra ?riscamento? das peças metálicas
    ? características antiferrugem
    ? elevada miscibilidade com o combustável
    ? aditivos dispersantes sem cinzas para motores néuticos
    ? aditivos dispersantes com baixo teor de cinzas para motores de motocicletas
    ? baixa formação de fuma?a
    ? proteção antidesgaste

    13. trocar o óleo e não trocar o filtro faz diferença?? considerada uma boa prática de manutenção a troca do filtro em conjunto com o lubrificante. a contaminação do óleo novo com o óleo usado restante no filtro acelera o processo de oxidação reduzindo a vida útil do mesmo.

    14. os lubrificantes brasileiros tám a mesma qualidade dos estrangeirosó existem produtos importados sem similar nacional?
    os lubrificantes brasileiros provenientes de cias reconhecidas e de grande porte possuem elevado padrão de qualidade, pois além de atenderem ?s especificações de desempenho mundiais, investem continuamente em tecnologia e pesquisa. é importante ressaltar que as especificações de desempenho são globais.

    15. o que podemos esperar dos lubrificantes num futuro próximo?
    a shell procura trabalhar com um portif?lio de lubrificantes de autom?veis bastante diversificado com diferentes classificações de desempenho a fim de atender ?s necessidades de todo mercado brasileiro. além disso, tentamos continuamente aprovó-los nas montadoras.
    acreditamos que parte da tend?ncia dos lubrificantes está voltada para as exig?ncias ambientais que cada dia estão mais severas. a legislação ambiental vem exigindo limites cada vez mais rigorosos no ?mbito de emissão de poluentes. para atender a essa nova demanda, as montadoras estão trabalhando intensamente fazendo ajustes nos projetos dos motores. essas mudanças estão refletindo diretamente na tecnologia dos lubrificantes que acabam absorvendo uma carga maior de contaminantes por um período de troca estendido. ressaltamos que os lubrificantes tám participação fundamental para que os novos projetos sejam viabilizados. assim, o processo para atender ?s novas exig?ncias é resultado de uma parceria entre fabricantes de lubrificantes e montadoras.
    esse processo é cont?nuo e a tend?ncia é de que cada vez mais a ind?stria automobil?stica exija óleos de maior qualidade e mais robustos para atender aos novos projetos.

    16. no caso das motocicletas, as trocas de óleo feitas em intervalos menores que os recomendados pelo fabricante trazem algum benefício?

    a substituição de qualquer lubrificante por um período de troca inferior ao especificado evita a oxidação elevada e a completa depleção de aditivos. sabemos que durante o funcionamento do motor, os aditivos presentes no óleo são consumidos e com isso a proteção não é exatamente a mesma quando o óleo estava novo. quando a troca é efetuada antes do recomendado reduzimos a formação de borra e portanto o motor trabalha mais limpo ficando mais protegido.

    17. como saber o intervalo de troca de cada lubrificante?
    erroneamente o intervalo de troca é relacionado apenas ao lubrificante. os intervalos de troca são especificados pelas montadoras e são obtidos nos manuais dos veículos. as montadoras recomendam intervalos de troca que não comprometam a proteção do motor. essas orientações devem ser rigorosamente atendidas. não se deve estender o período de troca sem que sejam realizadas análises de desgaste, viscosidade, contaminação e oxidação no óleo usado. estas características são afetadas diretamente pelo tipo de servião que o veículo é submetido, pelo plano de manutenção, pelo nível de performance do pacote de aditivos presentes no óleo, além é claro da escolha do lubrificante correto.
    ? importante reforçar que a única maneira de estender o período de troca é atravṍs da realização de análises f?sico-químicas e químicas no óleo usado.
    quanto aos tipos de regimes de serviço, podemos classific?-los em:

    • servião leve: é aquele tópico de rodovias, onde são percorridas longas dist?ncias.
    • servião severo: 5está relacionado ao uso tipicamente urbano (congestionamentos, anda-pora , sinais de transito). também é considerada bastante severa a utilização do veículo menos de 15 km por dia, não permitindo que o motor atinja sua temperatura de operação. neste caso h? um aumento considerável na diluição do óleo por combustável, acelerando sua degradação e desgaste do motor.
    • servião misto: mescla os dois tipos de serviço.

    18. qual o papel do fluido de arrefecimento sobre o lubrificante?
    o fluido de arrefecimento possui papel fundamental no desempenho do lubrificante. o uso de proporções inadequadas de aditivo para radiador (ou mesmo a sua falta), pode levar é formação de ferrugem. a ferrugem reduz a efici?ncia de refrigeração do motor, podendo contribuir para o superaquecimento do lubrificante e conseq?entemente do motor. o superaquecimento acelera o processo de degradação do óleo.

    19. existe algum problema misturar produtos diferentesó
    o api determina que óleos lubrificantes de mesma classificação api tám que ser compatéveis entre si. ou seja, produtos api sf devem ser obrigatoriamente compatéveis com quaisquer outros sf. apesar disso, não recomendamos essa prática, pois entendemos que a mistura entre lubrificantes provenientes de diferentes fabricantes leva a um desbalanceamento na formulação original. assim, não será possível obter o benefício máximo que cada produto individualmente ofereceria.


    anexo 2 desempenho de lubrificantes

    a legislação ambiental vem impondo limites cada vez mais restritivos em todo o mundo, no que diz respeito é emissão de poluentes. esse fator tem sido um dos mais importantes, para o desenvolvimento da tecnologia de motores. para atender a essa nova demanda foram necessários ajustes nos projetos dos motores, o que acabou gerando reflexos sobre as especificações exigidas para os lubrificantes. as grandes montadoras tám investido em mudanças fundamentais na tecnologia de motores, porém apenas isso não é suficiente. os lubrificantes tám participação fundamental para que os novos projetos sejam viabilizados. com isso podemos dizer que o processo constitui-se de uma parceria entre fabricantes de motores e de lubrificantes. os primeiros demandam especificações cada vez mais rígidas enquanto nés nos esforçamos no sentido de atender a essas demandas.
    a api é uma classificação de desempenho bastante usada por vêrias montadoras, porém não é a única. muitas vezes o fabricante prefere desenvolver sua própria especificação, baseada em testes que a seu ver, estão mais de acordo com a tecnologia usada em seus motores. esse é por exemplo o caso da vw, mercedes, volvo, etc. as especificações visam estabelecer limites de desempenho para os lubrificantes e são compostas de vêrios testes de medição de vêrias características, como por exemplo: desgaste de anéis de segmento, formação de depositos, resist?ncia ao espessamento, etc. muitos testes são baseados em motores padr?o. um teste de estabilidade a oxidação, por exemplo, será rodado em um motor escolhido por ser o mais agressivo em relação a essa característica. nesta linha, serão escolhidos motores para cada tipo de característica desejada. desta forma, cabe ao fabricante de óleo desenvolver produtos que atendam as mais diversas classificações e especificações internacionais. a partir da? a montadora testará esses produtos, presentes no mercado, conforme já explicado acima. apenas eles det?m conhecimentos relacionados ao projeto de seus motores.
    em relação ?s montadoras indicadas, a ford e a gm usam a classificação api, porém a volks usa sua própria especificação. nesse último caso seria complicado comparar, já que a api é uma classificação americana, estando de acordo com as demandas desse mercado, enquanto que as especificações vw, estão mais de acordo com as demandas do mercado europeu. os próprios designs de motores europeus e americanos, apresentam suas peculiaridades. para as demais, ford e gm, os modelos atuais (após 2000), já usam óleos api sj. a api estabeleceu um sistema de classificação para os óleos de motor, que é baseado em néveis de desempenho para cada tipo de óleo, sendo complementado com testes de motores, de bancada e de campo, e limites pré-estabelecidos de avaliação. as classificações são diferenciadas para os motores do ciclo diesel (precedidas pela letra c) e do ciclo otto (precedidas pela letra s). este sistema foi desenvolvido de tal forma que permite a adição de novos néveis de qualidade é medida que se fizer necessário suprir novas exig?ncia da ind?stria automobil?stica: sf < sg < sh < sj < sl. em geral as montadoras indicam nos manuais dos veículos as especificações mínimas que o óleo deve atender para garantir que todos os requisitos de lubrificação sejam atendidos. a utilização de um óleo com desempenho superior (api sl), só terá a acrescentar, refletindo diretamente na vida útil do motor. ao contrário, o uso de um óleo de classificação inferior, poder? comprometer a proteção completa do motor.


    anexo 3 borra no motor

    temos percebido nos últimos 6 anos um crescimento incrável do numero de motores ciclo otto com problemas de formação de borra e este fen?meno tem ocorrido tanto em veículos de baixa cilindrada, os chamados populares 1.0, como em motores de veículos nacionais ou importados novos de alta cilindrada e desempenho. os motivos desta ocorr?ncia, apesar de intensa pesquisa por parte de todas as montadoras e fabricantes de lubrificantes não está totalmente solucionado, mas podemos ressaltar alguns pontos que confirmadamente contribuem para este problema e são eles:

    1- utilização de lubrificantes de baixo desempenho;

    2- mistura de lubrificantes de diferentes desempenhos, especificações e formulações;

    3- extensão do período de troca acima do especificado para a operação;

    4 - extensão do tempo de troca;

    5- utilização de gasolina adulterada. algumas montadoras inclusive já realizaram testes com gasolina sem álcool e perceberam que o alto teor deste na nossa gasolina (acima de 20%) contribui para tal fen?meno. nesse caso não temos nenhuma ação já que o teor de álcool na gasolina é estabelecido por portarias governamentais e deve ser totalmente seguido;

    6- troca do óleo lubrificante sem a troca do respectivo filtro de óleo.

    diante destas conclusões as montadoras estão tomando ações para minimizar este problema. são elas:

    1- utilizar no primeiro enchimento dos seus motores óleos de maior desempenho, hoje a grande maioria das montadoras brasileiras se utilizam de óleos de base sint?tica para tal;

    2- recomendar a utilização de óleos de base sint?tica e até, dependendo do modelo, de óleos totalmente sint?ticos;

    3- criar planos de troca de óleo com período reduzido para aplicações severas e comunicar claramente quais operações são assim consideradas;

    4- reduzir os períodos de troca;

    5- criar indicação de troca de óleo por prazo de tempo;

    6- recomendar a cada troca de óleo a troca do filtro de óleo.

    todas estas ações estão sendo tomadas pelas montadoras brasileiras para se reduzir os problemas e reclamações de garantia de campo descritos. a mudança do óleo de primeiro enchimento para um óleo de base sint?tica leva a um grande aumento nos custos, mas tem sido a opção de praticamente todas as grandes montadoras que a partir da? exigem em manual que este tipo de óleo lubrificante continue sendo utilizado sob pena de perda de garantia.

    ==============================================================================
    der? vectraclube:

    resposta a manifestação 175021

    saudações ao sr. (editado),

    para veículos que requeiram óleo de nível api sl ou inferior, o lubrax
    top turbo pode ser usado, pois atende simultaneamente aos néveis api ci-4 / sl, para veículos que requeiram óleo de nível api sj ou inferior, o lubrax extra turbo pode ser usado, pois atende simultaneamente aos néveis api cg-4/ sj sendo ambos lubrificantes ideais para uso em frota mista (diesel e gasolina). os outros produtos da linha diesel não tám qualificação para uso em motores a gasolina.

    para os motores enquadrados nas classificações acima, não h? nenhum malef?cio na utilização desses dois produtos, pelo contrário, pois esses
    dois óleos foram concebidos para os motores diesel, que requerem uma
    exig?ncia superior ao lubrificante em comparação com os motores a gasolina/álcool.

    atenciosamente,

    (editado)
    engenheiro mecânico


    servião de atendimento ao cliente / sac técnico
    0800 78 9001 / [email protected]
    petrobras distribuidora s.a


    =============================================================================
    também tem infos legais no link: http://www.vectraclube.com.br/forum/viewto…w30&start=0

    este assunto de óleo e viscosidade é recorrente em nosso site por e boms motivos. ?les evoluem rapidamente e as fabricas tem alterado continuamente as recomendações quanto ao de período de troca, qualidade e viscosidade, assim achei que seria de interesse geral comentar o que esta acontecendo conversando com um amigo nosso aqui no site verifiquei que a gm incluiu na lista de óleos recomendados um que é bem fino leiam.

    desde o inicio de 2004 a gm utiliza como lubrificante original de montagem em seus motores o acdelco 5w-30 mantendo a recomendação deste grau de viscosidade para o uso durante toda a vida do veiculo, mesmo os mais antigos (veja o tópico sobre folga no pistão), mas sem contra indicar o uso dos lubrificantes com graus de viscosidade 15w-40, 20w-40 e 20w50, api-sj/sl que figuram desde o inicio da produção dos motores familias i e ii no brasil.
    estudos mostram (texaco, palestra do consultor técnico sr silvio riolfi jr) que a temperatura dentro do carter de um motor familia ii pode chegar a 140 centigrados contra 90 em um motor antigo como o do opala, o que contra indica o uso de um óleo com ?comportamento? de sae 30 a 100 centigrados, momento no qual sua viscosidade cinem?tica seria aprox. 50% menor que a de um óleo sae 40, que era o mais baixo grau de viscosidade a esta temperatura, recomendado pela gm antes de 2004.
    a decisão da gm em utilizar um óleo de baixa viscosidade em toda a linha a partir de 2004 deve ter tido como base uma tend?ncia mundial que se nasceu com os modernos motores com comandos vari?veis que precisam de um óleo mais ?fino? para que se obtenha uma melhor bombeabilidade, e este chegue de imediato as partes necessárias, e também no fato de que as pessoas hoje, cada vêz mais ligam e saem de imediato, sem dar tempo ao óleo de aquecer ou mesmo atingir as partes altas, comportamento tornado possível pela ação dos modernos sistemas de injeção eletrúnicos.
    import?nte frizar também que os óleos de viscosidade 0w-30 e 5w-30 são classificados como ?energy saver? uma preocupação crescente nos dias de hoje.

    ==============================================================================
    também do vc, comentário do matheus:

    eu não uso nenhum aditivo no óleo. querer gambiarrar um óleo que tem baixas propriedades, usando aditivo, não é o melhor caminho.
    use um óleo 100% sint?tico de qualidade. para seu carro, um óleo não tão viscoso(não tão grosso) como o 10w40, é o ideal. creio que vc trocou os tuchos do seu motor, devido eles chiarem na primeira partida, até encher o cabeçote de óleo(justamente para isso que a gm adaptou o plug restritor na galeria de retorno). muitos acham que com o óleo grosso, carrega mais rápido os tuchos, devido criar pressão na bomba antes, mas isso não é verdade. ele pode criar pressão antes, mas o óleo menos viscoso, consegue ter acesso mais rápido e eficiente nas partes m?veis, que no caso do tucho, acaba sendo carregado mais rapidamente.
    os tuchos do motor c20xe(seu motor), tem durabilidade para 300.000km. usando óleo sint?tico sempre, nem precisa fazer limpeza nos mesmos, pois não cria borras. os seus tuchos antigos, provavelmente não estavam com defeito, mas sim com borras internas, que atrapalhava o enchimento dos mesmos, era só ter desmontado e limpado.
    o mínimo que um c20xe merece é um óleo sl semi-sint?tico, mas o ideal é 100% sint?tico.
    eu gosto muito do elf excelence 100% sint?tico, custa cerca de 35,00 reais o litro(o preão varia de acordo com o local e região do pa?s que é comprado), e tem ótimas propriedades.. inclusive me surpreendeu, quando meu carro rodou com baixa pressão do óleo(problema na relief valve), quase 0 de pressão, isso a mais de 6.000rpm, só fui reparar depois quando já tinha terminado a brincadeira. achei que minhas bronzinas nem iriam existir mais.. no mesmo dia desmontei tudo, e as bronzinas estavam intactas.
    em contra partida, o carro de um cliente, que usava óleo mineral(mesmo aconselhando óleo sint?tico), entupiu a peneirinha(devido as borras), e em poucos minutos o motor travou, não deu nem chances para ele pensar.
    esse é um exemplo de que não precisa de laboratérios e ensaios precisos para enxergar a qualidade de um óleo. além das propriedades lubrificantes, longevidade do óleo sint?tico ser infinitamente superior ao mineral, o sint?tico ainda tem a grande vantagem de não criar borras, pois é feito a base de ?sters vegetais, e não de derivados de petróleo, como os minerais.

    obrigado ao celta e vectra clube



  • o post é gigantesco, mas vale muito a pena como fonte de consulta….

    sugiro a inclusão dele no hot topics...

    mandou bem, thiago



  • o post é gigantesco, mas vale muito a pena como fonte de consulta….

    sugiro a inclusão dele no hot topics...
    mandou bem, thiago
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    verdade, belo tópico



  • excelente

    mais motivos pra defenestrar aqueles aditivos stp , super oil, triboil e o cacete a 4

    8. o uso de aditivos é recomendado? quando?
    não recomendamos o uso de nenhum tipo de aditivo extra nos lubrificantes acabados. esta prática pode comprometer o funcionamento do motor, tendo em vista que o pacote de aditivos adicionado aos óleos b?sicos é formulado e balanceado em uma proporção definida, e a adição de um aditivo extra desequilibraria a formulação bem como o desempenho final do produto. além disso, não temos como garantir que o nosso produto seja compatével com o aditivo usado.



  • análises tápicas é shell helix alta quilometragem 25w60 sl
    grau sae 25w60 sl
    densidade a 20/4?c - 0,897
    ponto de fulgor (va) (?c) - 228
    ponto de fluidez (?c) - -3
    viscosidade a 40?c (cst) - 250
    viscosidade a 100?c (cst) - 23,4
    ?ndice de viscosidade - 116

    esse foi o que mais gostei, pela situação de meu carro deve ser o melhor.

    tem mais viscosidade, e perde muito menos em 100?

    nao vira agua



  • excelente

    mais motivos pra defenestrar aqueles aditivos stp , super oil, triboil e o cacete a 4
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    e o militec?



  • e o militec?
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    eu acredito em militec, só que acho o preão muito alto

    veja os testes no youtube.

    ? trem dáoutro mundo ….



  • **o cara não falou sobre quem usa oleo de motos 4t em carros… tenho essa dúvida.

    no meu antingo gt eu usava mobil 4t + militec.

    será que existe alguma restrição a isso?**



  • análises tápicas é shell helix alta quilometragem 25w60 sl
    grau sae 25w60 sl
    densidade a 20/4?c - 0,897
    ponto de fulgor (va) (?c) - 228
    ponto de fluidez (?c) - -3
    viscosidade a 40?c (cst) - 250
    viscosidade a 100?c (cst) - 23,4
    ?ndice de viscosidade - 116

    esse foi o que mais gostei, pela situação de meu carro deve ser o melhor.

    tem mais viscosidade, e perde muito menos em 100?

    **nao vira agua **
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    verdade…..... a unica desvantagem é que na partida a frio de manhã vc vai estar quase que com uma graxa no motor.....heheheee.......

    e o militec?
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    fazendo meu comercial:

    o militec-1 não é um aditivo: ele é um condicionador de metais e que não se mistura ao óleo do carro…......ele apenas usa-o como meio de transporte para chegar a todas as partes m?veis do motor e assim, começar seu processo de trabalho, que consiste em aderir aos micro-poros do metal e criar uma camada ati-atrito e repelente de calor excessivo. basicamente falando.

    excelente produto: vendo e recomendo

    **o cara não falou sobre quem usa oleo de motos 4t em carros… tenho essa dúvida.

    no meu antingo gt eu usava mobil 4t + militec.

    será que existe alguma restrição a isso?**
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    no texto (topico 11) fala sobre a diferença do oleo comum e do oleo de motos 4t…. dá uma analisada e tire as conclusões......

    no meu ponto de vista, o militec com o castrol 4t fazem uma parceria perfeita, pq ele elimina o problema de fricção dos óleos de moto.

    conjunto perfeito........



  • e o motul? dizem que é o melhor…



  • e o motul? dizem que é o melhor…
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    se for o motul de moto é bom pq é 100% sintetico…....

    agora, pra mim, ninguém bate o selenia racing 10w60 100% sintetico ..........por m?dicos r$ 60,00 o litro...........

    abraço.



  • e o mobil one? (acho q é esse o nome)



  • e o mobil one? (acho q é esse o nome)
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    muito bom também…......mas tem alguns modelos de viscosidade e sae que não gosto muito não.......mas pra minha aplicação.

    no geral são óleos sint?ticos excelentes



  • gostei muito do tópico

    espero que ele fique fixo…

    []s



  • e o motul? dizem que é o melhor…
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    west vc usa o q na xtzona??



  • e o mobil one? (acho q é esse o nome)
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    acho que o evandro é fã dessa linha, não deve ser a toa.



  • west vc usa o q na xtzona??
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    nada demais, um óleo lubrax sf normal mesmo (embalagem amarela) que o mecânico lá usa, e esse cara tem ótimas refer?ncias no clube xt600… troco a cada 2000km mais ou menos, ?s vezes passa um pouquinho, e o filtro a cada 2 trocas.

    sai 24 pila sem filtro e 33 com filtro. o manual da moto fala em 6000km de intervalo, mas sei lá, ninguém faz assim, e eu prefiro seguir aquela filosofia.. óleo é barato ...

    []s



  • já que não me deixou editar…

    na parati, quando era turbo usava mobil super xhp, trocava a cada 3000km (e filtro a cada 2 tb), depois sem turbo shell helix amarelo mesmo (20w40 snme), a cada 5000 ou um pouco mais...

    na real na real na real, acho que somos conservadores demais nessa questão do óleo, não é só pq ele tá preto que não presta mais... mas, melhor pecar por excesso nesse caso..

    e no puma eu coloco o mais barato que tiver, geralmente a granel 20w40, já que baixa óleo pra kct mesmo... detalhe, é vazamento mesmo, pq não fuma, não que eu tenha visto...

    []s



  • e o mobil one? (acho q é esse o nome)
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    meu pai fala m?biloi

    queria ter bala na agulha pra usar o 100% sint?tico deles, mas o preão normal é 45 reais o litros, as vezes fazem promoções a 40 reais, mas não me ajuda muito…

    hoje uso valvoline durablend 10w40 api-sm, mas no motor novo vou usar o supersyn deles, 5w40 api-sl 100% sint?tico, já que consigo por um preão bem camarada



  • pergunta:

    quem roda com sint?tico ou semi-sint?tico, não pode voltar para o mineral?