os coronéis, oficiais em comando dos regimentos de cavalaria, eram tratados como divindades. giovene, um nobre, viu-se “cercado pelos grandes nomes entre a nobreza italiana – e particularmente romana”. dos 900 jovens que ingressavam na cavalaria como cadetes, somente 30 eram aceitos. e quanto aos cavalos, eles “chutavam, mordiam, relinchavam, erguiam-se imponentemente frente a um obstáculo, raspavam nas árvores e muros para quebrar as pernas dos cavaleiros”. eles, como os homens, requeriam dominação por quaisquer meios, justos ou não. o objetivo era reduzir 1.000 homens e 1.000 cavalos a “uma força de choque poderosa e homogênea, heróica em sua natureza através da submissão de todos à vontade de um”.
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não bastava ter coragem, tinha que ser herói mesmo.