Fia fala sobre uso de placas de titânio na traseira dos carros
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a fia entende que a volta do uso das placas de titânio na parte traseira do assoalho dos carros nada tem a ver com o fato de recriar um clima de anos 80 nos carros com motor turbo, que soltavam faíscas.a ideia foi testada nos treinos livres do gp da áustria e a fia deu seu aval para a introdução destas peças em 2015. a avaliação é que a entidade quer que a traseira tenha peças mais leves, segundo o diretor de provas da entidade, charlie whiting.
'anteriormente, as placas eram feitas de um metal pesado, bastante resistente ao desgaste, e as equipes colocavam os blocos nos pontos da placa de madeira onde a espessura é medida', disse.
'esse metal é extremamente pesado, e pode ser muito danoso quando pedaços se soltam. já vimos dois furos de pneus em spa por causa de pedaços desse metal que ficaram em uma zebra e provocaram danos. no pior cenário possível, eles poderiam voar e atingir alguém', comentou.
'em segundo lugar, o titânio se desgasta até 2.5 vezes mais rapidamente do que o metal usado hoje. assim, os carros terão de andar um pouco mais altos para gerenciar o desgaste, e as equipes não poderão arrastá-los tanto no chão quanto no passado. o terceiro efeito é que muito mais faíscas serão vistas, o que algumas pessoas consideram um pouco mais espetacular', concluiu.