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Email da amiga carla

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  • C Offline
    C Offline
    CrasH
    escreveu em última edição por
    #9

    morri… senhora joga esse nenem fora pq ele esta estragado ehauoehaeuhaeoaheouhaeoauoehaoeuhauoe

    pow dona maria esse pastel ta bichado ehauoehoaehaeuhoaueae. boa boa

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    • D Offline
      D Offline
      dj_igor
      escreveu em última edição por
      #10

      :teteto: :teteto: :olhos:

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      • L Offline
        L Offline
        LeonardoZ
        escreveu em última edição por
        #11

        :teteto: :teteto:

        1 Resposta Última resposta
        • G Offline
          G Offline
          Gorda
          escreveu em última edição por
          #12

          :teteto:

          1 Resposta Última resposta
          • G Offline
            G Offline
            Gorda
            escreveu em última edição por
            #13

            é q nem o da depilação… só sendo mulher pra entender...

            1 Resposta Última resposta
            • J Offline
              J Offline
              jorgeaugustov8
              escreveu em última edição por
              #14

              kkkkkkkkkkkkk

              respiração cachorrinho foi phoda kkkkkkkkkk

              1 Resposta Última resposta
              • M Offline
                M Offline
                M5_E34
                escreveu em última edição por
                #15

                tem aquela do cara que ia pegar o aviao pra buenos aires.

                alguem tem esse texto?

                1 Resposta Última resposta
                • G Offline
                  G Offline
                  Garcia
                  escreveu em última edição por
                  #16

                  é, como sempre, carioca chorando no final da história… :teteto:

                  1 Resposta Última resposta
                  • G Offline
                    G Offline
                    Gui_Jpa
                    escreveu em última edição por
                    #17

                    é, como sempre, carioca chorando no final da história… :d

                    droga esqueci de mudar o estado :nerd:

                    1 Resposta Última resposta
                    • G Offline
                      G Offline
                      Garcia
                      escreveu em última edição por
                      #18

                      droga esqueci de mudar o estado :nerd:

                      :d

                      merdas acontecem…

                      1 Resposta Última resposta
                      • J Offline
                        J Offline
                        Joel_RS
                        escreveu em última edição por
                        #19

                        droga esqueci de mudar o estado :nerd:

                        1 Resposta Última resposta
                        • G Offline
                          G Offline
                          Gorda
                          escreveu em última edição por
                          #20

                          tem aquela do cara que ia pegar o aviao pra buenos aires.

                          alguem tem esse texto?

                          um dia de merda

                          aeroporto de buenos aires, 15:30.

                          pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e um

                          peidinho não aliviasse. mas, atrasado para pegar o ônibus que o levaria para o outro

                          aeroporto da cidade, de onde partiria o vôo para córdoba, resolveu segurar as pontas.

                          pensou: “afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem. chegando lá, tenho tempo de

                          sobra para dar aquela mijadinha esperta. tranqüilo. o avião só sai às 16:30″.

                          entrando no ônibus, sem sanitários, sentiu a primeira contração e tomou consciên-cia de

                          que sua gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que

                          entrasse no banheiro do outro aeroporto.

                          virou para o amigo que o acompanhava e sutil, falou:

                          • cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um

                          barro. nesse momento, sentiu um urubu beliscando sua cueca, mas botou o esfincter para

                          trabalhar e este segurou a onda. o ônibus nem tinha começado a andar quando para seu

                          desespero, uma voz em castelhano disse pelo alto-falante:

                          • senhoras e senhores, nossa viagem levara em torno de 1 hora.

                          ai o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo fez um esforço hercúleo para

                          segurar o trem merda que estava para chegar na estação cu a qualquer momento. suava em

                          bicas. seu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar o sarro. o

                          alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que pelo menos por

                          enquanto as coisas tinham se acomodado.

                          tentava se distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar em um banheiro,

                          não com uma privada, mas com um vaso sanitário. tão branco e tão limpo que

                          alguém poderia botar seu almoço nele. e o papel higiênico então: branco, macio, com

                          textura e perfume e… oops sentiu um volume almofadado entre seu traseiro e o assento

                          do ônibus e percebeu, consternado, que havia cagado. um cocô sólido e comprido

                          daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. daqueles que da vontade de ligar p/ os

                          amigos e parentes e convida-los à apreciar, na privada, tão perfeita obra: dava para expor na bienal. mas sem dúvida, não nesse caso.

                          olhou para o amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessou sério:

                          • cara, caguei.

                          quando o amigo parou de rir, uns cinco minutos mais tarde, aconselhou-o a ficar no centro

                          da cidade, escala que o ônibus faria no meio da viagem, e que se limpasse em algum lugar.

                          mas ele resolveu que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controle.

                          • foda - se, me limpo no aeroporto; pior que isso não fico”.

                          mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. ele arregalou os olhos,

                          segurou-se na cadeira mas não pode evitar e sem muita cerimônia ou

                          anunciação, veio a segunda leva de merda. desta vez como uma pasta morna.

                          foi merda para todo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cuecas, barra

                          da camisa, pernas, panturrilhas, calças, meias e sapatos. e mais uma cólica anunciando

                          mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. e

                          depois um peido tipo bufa, que ele nem tentou segurar, afinal de contas o que era um

                          peidinho para quem já estava todo cagado? já o peido seguinte foi do tipo que pesa e ele se

                          cagou pela quarta vez.

                          lembrou-se de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar

                          modess na cueca, mas colocou com as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tiralo,

                          levou metade dos pelos do cú junto. mas era tarde demais para tal artifício absorvente.

                          tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajuda-lo a limpar a

                          sujeirada. finalmente chegou ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos,

                          suplicou ao amigo que apanhasse sua mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário

                          do aeroporto para que ele pudesse trocar de roupas. correu ao banheiro e entrando de box

                          em box, constatou a falta de papel higiênico em todos os cinco. olhou para cima e

                          blasfemou:

                          • agora fodeu, né?

                          entrou no último, sem papel mesmo e tirou a roupa toda para analisar sua situação (que

                          concluiu como sendo o fim do poço) e esperar pela mala da salvação com roupas limpinhas

                          e cheirosinhas e com ele uma lufada de dignidade no seu dia. seu amigo entrou no

                          banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. jogou por

                          cima do box o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto.

                          ele tinha despachado a mala com roupas. na mala de mão só tinha um pulover de gola

                          “v”. a temperatura em buenos aires era aproximadamente 35 graus.

                          desesperado, começou a analisar quais de suas roupas seriam, de algum modo,

                          aproveitáveis. suas cuecas, jogou no lixo. a camisa, a mesma historia. as calças estavam

                          deploráveis e assim como suas meias, mudaram de cor, tingidas pela merda. seus sapatos

                          estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. teria que improvisar. como a necessidade é a mãe

                          da invenção, então ele transformou uma simples privada em uma magnífica maquina de

                          lavar. virou as calças do lado avesso, segurou-a pela barra, e mergulhou a parte atingida

                          na água. começou a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. estava pronto

                          para embarcar.

                          saiu do banheiro e atravessou o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando

                          sapatos sem meia, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não

                          exatamente limpas) e o pulover gola “v”, sem camisa. mas caminhava com a

                          dignidade de um lorde. embarcou no avião, onde todos os passageiros estavam

                          esperando o “rapaz que estava no banheiro”, e atravessou todo o corredor

                          até a sua poltrona ao lado do amigo que sorria. a aeromoça aproximou-se e perguntou

                          se precisava de algo. ele chegou a pensar em pedir uma gillete para cortar os pulsos

                          ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa trasbordante, mas

                          decidiu não pedir:

                          • nada, obrigado, eu só quero esquecer este dia de merda
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                          • M Offline
                            M Offline
                            M5_E34
                            escreveu em última edição por
                            #21

                            a primeira vez que recebi esse email, quase perdi o emprego porque nao parava de rir.

                            1 Resposta Última resposta
                            • J Offline
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                              Joel_RS
                              escreveu em última edição por
                              #22

                              a primeira vez que recebi esse email, quase perdi o emprego porque nao parava de rir.

                              rovani era teu chefe?

                              1 Resposta Última resposta
                              • M Offline
                                M Offline
                                M5_E34
                                escreveu em última edição por
                                #23

                                rovani era teu chefe?

                                eu recebi isso nos idos de 99, ainda na multibras.

                                1 Resposta Última resposta
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