Vergonhoso
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sabe qual foi a primeira demonstração de que o massa é um perfeito idiota ?

tomou na toba e ficou queto, dai em diante é ladeira abaixo.
se vc olhar a ultrapassagem desde a curva anterior a esta do box verá que o alonso saiu melhor dela enquanto o massa dormiu no ponto, isso aí foi lance de corrida inclusive protagonizado pelo vettel e hamilton, a linha é branca e é permitida a ultrapassagem na entrada, reclamar desta ultrapassagem eu não vejo nexo, lance de corrida e o massa dormiu no ponto.
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vamos ler uma matéria antiga de quando isso já ocorre
**_25/07/2010
túnel do tempo
em maio de 2002, uma semana após a marmelada de zeltweg, escrevi um texto para a folha que vale a pena ser resgatado agora…
os jogos de equipe na f-1 são quase tão antigos como a categoria. a obediência de seus subordinados, no entanto, é um fenômeno bastante recente.
até meados dos anos 90, era comum ver pilotos desobedecendo ordens em gps. carlos reutemann, didier pironi e rené arnoux foram célebres transgressores nos anos 80.
no gp brasil de 1981, o argentino reutemann recebeu uma ordem de frank williams para abrir caminho para alan jones. a situação era ainda mais absurda do que a vista em zeltweg: a prova carioca era apenas a segunda daquela temporada.
apesar dos apelos dos boxes, reutemann não cedeu. cruzou a linha de chegada em primeiro, 4s43 à frente de jones. pelo resto da temporada, a dupla da williams continuou a se digladiar. o resultado foi péssimo para o time. enquanto reutemann e jones dividiram a pontuação ao longo do ano _levaram 49 e 46 pontos, respectivamente, nelson piquet, da brabham, foi campeão com apenas 50 pontos.
no ano seguinte, a história se repetiu. mas na ferrari, que havia eleito gilles villeneuve como primeiro piloto, tendo pironi como coadjuvante.
na quarta etapa do campeonato, o gp de san marino, pironi e villeneuve iniciaram uma disputa agressiva pela liderança. preocupada, a ferrari mandou o francês se manter na segunda posição. pironi não só desobedeceu como foi desaforado: ultrapassou villeneuve na última volta e venceu.
a rivalidade teve um resultado trágico. nos treinos para a corrida seguinte, na bélgica, o canadense morreu ao bater no march de jochen mass enquanto tentava superar pironi.
seis corridas depois, a dupla da renault também passou por uma situação de insubordinação. arnoux liderava sua corrida de casa, o gp da frança, em paul ricard, quando recebeu ordem para ceder a ponta para seu companheiro, alain prost.
a exemplo do que aconteceu com rubens barrichello, no último final de semana, arnoux havia feito a pole e vinha dominando toda aquela corrida.
animado com a possibilidade de conseguir sua terceira vitória, o francês se fez de desentendido, acelerou ainda mais e venceu com 17s308 sobre prost.
fruto da maior profissionalização da categoria, com acordos comerciais cada vez mais astronômicos, as equipes passaram a tomar precauções para evitar casos de desobediência. nos contratos, estipulam que os pilotos devem obedecer sempre as ordens dos boxes, quaisquer que sejam. até michael schumacher precisou aceitar essa cláusula da ferrari.
como consequência, os jogos de equipe passaram a funcionar com mais frequência.
em 1997, eddie irvine deu a vitória para michael schumacher em suzuka. na corrida seguinte, em jerez, jacques villeneuve, da williams, premiou a mclaren com uma dobradinha _david coulthard e mika hakkinen o haviam ajudado na luta contra schumacher. e, em 1998, coulthard cedeu a ponta para hakkinen na austrália, respeitando um acordo selado antes da prova.
o primeiro jogo de equipe de que se tem notícia data de 1956, quando os pilotos de uma mesma escuderia podiam trocar de carros durante uma prova. no gp da itália daquele ano, a ferrari forçou peter collins a ceder seu carro para juan manuel fangio. o argentino foi o segundo colocado na prova e conquistou o quarto dos seus cinco títulos mundiais.
um brinde a reutemann, pironi e arnoux. três pilotos que nunca foram campeões mundiais. mas que podem dizer, de cabeça erguida, que tentaram ao máximo, que foram esportistas ao pé da letra, que não aceitaram a subserviência.
fonte: fabio seixas_**
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massa já é reincidente
[massa já abriu as pernas antes](massa já abriu as pernas antes)
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venho algum tempo torcendo pela perda de credibilidade por parte da f1… com essas paralhaçadas (nao defendendo o zaca isso é anti esportivo) aos poucos vai perdendo a credibilidade, decada de 70 e 80 não voltaram jamais... ou quem sabe com a mudança do cabeça não melhore ao menos um pouco né? zacarias de nada poderia fazer diante dessa situação escrota.
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isso só tem uma solução : boicote .
a f1 só é um egócio por causa da audiencia . isso foi a gota dagua pra mim . agora só verei a indy que é muito melhor .
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vamos ler uma matéria antiga de quando isso já ocorre
**_25/07/2010
túnel do tempo
em maio de 2002, uma semana após a marmelada de zeltweg, escrevi um texto para a folha que vale a pena ser resgatado agora…
os jogos de equipe na f-1 são quase tão antigos como a categoria. a obediência de seus subordinados, no entanto, é um fenômeno bastante recente.
até meados dos anos 90, era comum ver pilotos desobedecendo ordens em gps. carlos reutemann, didier pironi e rené arnoux foram célebres transgressores nos anos 80.
no gp brasil de 1981, o argentino reutemann recebeu uma ordem de frank williams para abrir caminho para alan jones. a situação era ainda mais absurda do que a vista em zeltweg: a prova carioca era apenas a segunda daquela temporada.
apesar dos apelos dos boxes, reutemann não cedeu. cruzou a linha de chegada em primeiro, 4s43 à frente de jones. pelo resto da temporada, a dupla da williams continuou a se digladiar. o resultado foi péssimo para o time. enquanto reutemann e jones dividiram a pontuação ao longo do ano _levaram 49 e 46 pontos, respectivamente, nelson piquet, da brabham, foi campeão com apenas 50 pontos.
no ano seguinte, a história se repetiu. mas na ferrari, que havia eleito gilles villeneuve como primeiro piloto, tendo pironi como coadjuvante.
na quarta etapa do campeonato, o gp de san marino, pironi e villeneuve iniciaram uma disputa agressiva pela liderança. preocupada, a ferrari mandou o francês se manter na segunda posição. pironi não só desobedeceu como foi desaforado: ultrapassou villeneuve na última volta e venceu.
a rivalidade teve um resultado trágico. nos treinos para a corrida seguinte, na bélgica, o canadense morreu ao bater no march de jochen mass enquanto tentava superar pironi.
seis corridas depois, a dupla da renault também passou por uma situação de insubordinação. arnoux liderava sua corrida de casa, o gp da frança, em paul ricard, quando recebeu ordem para ceder a ponta para seu companheiro, alain prost.
a exemplo do que aconteceu com rubens barrichello, no último final de semana, arnoux havia feito a pole e vinha dominando toda aquela corrida.
animado com a possibilidade de conseguir sua terceira vitória, o francês se fez de desentendido, acelerou ainda mais e venceu com 17s308 sobre prost.
fruto da maior profissionalização da categoria, com acordos comerciais cada vez mais astronômicos, as equipes passaram a tomar precauções para evitar casos de desobediência. nos contratos, estipulam que os pilotos devem obedecer sempre as ordens dos boxes, quaisquer que sejam. até michael schumacher precisou aceitar essa cláusula da ferrari.
como consequência, os jogos de equipe passaram a funcionar com mais frequência.
em 1997, eddie irvine deu a vitória para michael schumacher em suzuka. na corrida seguinte, em jerez, jacques villeneuve, da williams, premiou a mclaren com uma dobradinha _david coulthard e mika hakkinen o haviam ajudado na luta contra schumacher. e, em 1998, coulthard cedeu a ponta para hakkinen na austrália, respeitando um acordo selado antes da prova.
o primeiro jogo de equipe de que se tem notícia data de 1956, quando os pilotos de uma mesma escuderia podiam trocar de carros durante uma prova. no gp da itália daquele ano, a ferrari forçou peter collins a ceder seu carro para juan manuel fangio. o argentino foi o segundo colocado na prova e conquistou o quarto dos seus cinco títulos mundiais.
um brinde a reutemann, pironi e arnoux. três pilotos que nunca foram campeões mundiais. mas que podem dizer, de cabeça erguida, que tentaram ao máximo, que foram esportistas ao pé da letra, que não aceitaram a subserviência.
fonte: fabio seixas_**
ai pergunto, como seram lembrados barrichello e massa ?
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isso só tem uma solução : boicote .
a f1 só é um egócio por causa da audiencia . isso foi a gota dagua pra mim . agora só verei a indy que é muito melhor .
[a indy não é igual a f1](a indy não é igual a f1)
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vamos ler uma matéria antiga de quando isso já ocorre
**_25/07/2010
túnel do tempo
em maio de 2002, uma semana após a marmelada de zeltweg, escrevi um texto para a folha que vale a pena ser resgatado agora…
os jogos de equipe na f-1 são quase tão antigos como a categoria. a obediência de seus subordinados, no entanto, é um fenômeno bastante recente.
até meados dos anos 90, era comum ver pilotos desobedecendo ordens em gps. carlos reutemann, didier pironi e rené arnoux foram célebres transgressores nos anos 80.
no gp brasil de 1981, o argentino reutemann recebeu uma ordem de frank williams para abrir caminho para alan jones. a situação era ainda mais absurda do que a vista em zeltweg: a prova carioca era apenas a segunda daquela temporada.
apesar dos apelos dos boxes, reutemann não cedeu. cruzou a linha de chegada em primeiro, 4s43 à frente de jones. pelo resto da temporada, a dupla da williams continuou a se digladiar. o resultado foi péssimo para o time. enquanto reutemann e jones dividiram a pontuação ao longo do ano _levaram 49 e 46 pontos, respectivamente, nelson piquet, da brabham, foi campeão com apenas 50 pontos.
no ano seguinte, a história se repetiu. mas na ferrari, que havia eleito gilles villeneuve como primeiro piloto, tendo pironi como coadjuvante.
na quarta etapa do campeonato, o gp de san marino, pironi e villeneuve iniciaram uma disputa agressiva pela liderança. preocupada, a ferrari mandou o francês se manter na segunda posição. pironi não só desobedeceu como foi desaforado: ultrapassou villeneuve na última volta e venceu.
a rivalidade teve um resultado trágico. nos treinos para a corrida seguinte, na bélgica, o canadense morreu ao bater no march de jochen mass enquanto tentava superar pironi.
seis corridas depois, a dupla da renault também passou por uma situação de insubordinação. arnoux liderava sua corrida de casa, o gp da frança, em paul ricard, quando recebeu ordem para ceder a ponta para seu companheiro, alain prost.
a exemplo do que aconteceu com rubens barrichello, no último final de semana, arnoux havia feito a pole e vinha dominando toda aquela corrida.
animado com a possibilidade de conseguir sua terceira vitória, o francês se fez de desentendido, acelerou ainda mais e venceu com 17s308 sobre prost.
fruto da maior profissionalização da categoria, com acordos comerciais cada vez mais astronômicos, as equipes passaram a tomar precauções para evitar casos de desobediência. nos contratos, estipulam que os pilotos devem obedecer sempre as ordens dos boxes, quaisquer que sejam. até michael schumacher precisou aceitar essa cláusula da ferrari.
como consequência, os jogos de equipe passaram a funcionar com mais frequência.
em 1997, eddie irvine deu a vitória para michael schumacher em suzuka. na corrida seguinte, em jerez, jacques villeneuve, da williams, premiou a mclaren com uma dobradinha _david coulthard e mika hakkinen o haviam ajudado na luta contra schumacher. e, em 1998, coulthard cedeu a ponta para hakkinen na austrália, respeitando um acordo selado antes da prova.
o primeiro jogo de equipe de que se tem notícia data de 1956, quando os pilotos de uma mesma escuderia podiam trocar de carros durante uma prova. no gp da itália daquele ano, a ferrari forçou peter collins a ceder seu carro para juan manuel fangio. o argentino foi o segundo colocado na prova e conquistou o quarto dos seus cinco títulos mundiais.
um brinde a reutemann, pironi e arnoux. três pilotos que nunca foram campeões mundiais. mas que podem dizer, de cabeça erguida, que tentaram ao máximo, que foram esportistas ao pé da letra, que não aceitaram a subserviência.
fonte: fabio seixas_**
ai pergunto, como seram lembrados barrichello e massa ?
vai depender da globo
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massa já é reincidente
[massa já abriu as pernas antes](massa já abriu as pernas antes)
pois é, mas depois dele ser demitido, pra onde ele foi ?
vaga não faltou, mesmo sendo rotulado de insubordinado.
na boa, não tem desculpa, pra mim, já deu, curtia perder algumas horas da manhã vendo a f1, agora chega, só não vejo a indy porque não acho graça em circuito oval, assim que puder, vo pegar meu codificador e recolocar a sky aqui em casa, domingo de manhã será speed.
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e o castroneves não foi subserviente .
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vamos ler uma matéria antiga de quando isso já ocorre
**_25/07/2010
túnel do tempo
em maio de 2002, uma semana após a marmelada de zeltweg, escrevi um texto para a folha que vale a pena ser resgatado agora…
os jogos de equipe na f-1 são quase tão antigos como a categoria. a obediência de seus subordinados, no entanto, é um fenômeno bastante recente.
até meados dos anos 90, era comum ver pilotos desobedecendo ordens em gps. carlos reutemann, didier pironi e rené arnoux foram célebres transgressores nos anos 80.
no gp brasil de 1981, o argentino reutemann recebeu uma ordem de frank williams para abrir caminho para alan jones. a situação era ainda mais absurda do que a vista em zeltweg: a prova carioca era apenas a segunda daquela temporada.
apesar dos apelos dos boxes, reutemann não cedeu. cruzou a linha de chegada em primeiro, 4s43 à frente de jones. pelo resto da temporada, a dupla da williams continuou a se digladiar. o resultado foi péssimo para o time. enquanto reutemann e jones dividiram a pontuação ao longo do ano _levaram 49 e 46 pontos, respectivamente, nelson piquet, da brabham, foi campeão com apenas 50 pontos.
no ano seguinte, a história se repetiu. mas na ferrari, que havia eleito gilles villeneuve como primeiro piloto, tendo pironi como coadjuvante.
na quarta etapa do campeonato, o gp de san marino, pironi e villeneuve iniciaram uma disputa agressiva pela liderança. preocupada, a ferrari mandou o francês se manter na segunda posição. pironi não só desobedeceu como foi desaforado: ultrapassou villeneuve na última volta e venceu.
a rivalidade teve um resultado trágico. nos treinos para a corrida seguinte, na bélgica, o canadense morreu ao bater no march de jochen mass enquanto tentava superar pironi.
seis corridas depois, a dupla da renault também passou por uma situação de insubordinação. arnoux liderava sua corrida de casa, o gp da frança, em paul ricard, quando recebeu ordem para ceder a ponta para seu companheiro, alain prost.
a exemplo do que aconteceu com rubens barrichello, no último final de semana, arnoux havia feito a pole e vinha dominando toda aquela corrida.
animado com a possibilidade de conseguir sua terceira vitória, o francês se fez de desentendido, acelerou ainda mais e venceu com 17s308 sobre prost.
fruto da maior profissionalização da categoria, com acordos comerciais cada vez mais astronômicos, as equipes passaram a tomar precauções para evitar casos de desobediência. nos contratos, estipulam que os pilotos devem obedecer sempre as ordens dos boxes, quaisquer que sejam. até michael schumacher precisou aceitar essa cláusula da ferrari.
como consequência, os jogos de equipe passaram a funcionar com mais frequência.
em 1997, eddie irvine deu a vitória para michael schumacher em suzuka. na corrida seguinte, em jerez, jacques villeneuve, da williams, premiou a mclaren com uma dobradinha _david coulthard e mika hakkinen o haviam ajudado na luta contra schumacher. e, em 1998, coulthard cedeu a ponta para hakkinen na austrália, respeitando um acordo selado antes da prova.
o primeiro jogo de equipe de que se tem notícia data de 1956, quando os pilotos de uma mesma escuderia podiam trocar de carros durante uma prova. no gp da itália daquele ano, a ferrari forçou peter collins a ceder seu carro para juan manuel fangio. o argentino foi o segundo colocado na prova e conquistou o quarto dos seus cinco títulos mundiais.
um brinde a reutemann, pironi e arnoux. três pilotos que nunca foram campeões mundiais. mas que podem dizer, de cabeça erguida, que tentaram ao máximo, que foram esportistas ao pé da letra, que não aceitaram a subserviência.
fonte: fabio seixas_**
ai pergunto, como seram lembrados barrichello e massa ?
vai depender da globo
discordo, o barrichello, com toda melação da globo, ainda é visto no br como um merda, o mesmo acontecerá com massa, pessoal que assiste f1 não é tão sequelado quanto o resto dos telespectadores da globo.
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massa já é reincidente
[massa já abriu as pernas antes](massa já abriu as pernas antes)
pois é, mas depois dele ser demitido, pra onde ele foi ?
vaga não faltou, mesmo sendo rotulado de insubordinado.
na boa, não tem desculpa, pra mim, já deu, curtia perder algumas horas da manhã vendo a f1, agora chega, só não vejo a indy porque não acho graça em circuito oval, assim que puder, vo pegar meu codificador e recolocar a sky aqui em casa, domingo de manhã será speed.
já foi sabendo que era segundão (era schumacker, era raikkonen e agora era alonso na ferrari), enfim… agora só se tornou oficial.
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**_25/07/2010
túnel do tempo
em maio de 2002, uma semana após a marmelada de zeltweg, escrevi um texto para a folha que vale a pena ser resgatado agora…
os jogos de equipe na f-1 são quase tão antigos como a categoria. a obediência de seus subordinados, no entanto, é um fenômeno bastante recente.
até meados dos anos 90, era comum ver pilotos desobedecendo ordens em gps. carlos reutemann, didier pironi e rené arnoux foram célebres transgressores nos anos 80.
no gp brasil de 1981, o argentino reutemann recebeu uma ordem de frank williams para abrir caminho para alan jones. a situação era ainda mais absurda do que a vista em zeltweg: a prova carioca era apenas a segunda daquela temporada.
apesar dos apelos dos boxes, reutemann não cedeu. cruzou a linha de chegada em primeiro, 4s43 à frente de jones. pelo resto da temporada, a dupla da williams continuou a se digladiar. o resultado foi péssimo para o time. enquanto reutemann e jones dividiram a pontuação ao longo do ano _levaram 49 e 46 pontos, respectivamente, nelson piquet, da brabham, foi campeão com apenas 50 pontos.
no ano seguinte, a história se repetiu. mas na ferrari, que havia eleito gilles villeneuve como primeiro piloto, tendo pironi como coadjuvante.
na quarta etapa do campeonato, o gp de san marino, pironi e villeneuve iniciaram uma disputa agressiva pela liderança. preocupada, a ferrari mandou o francês se manter na segunda posição. pironi não só desobedeceu como foi desaforado: ultrapassou villeneuve na última volta e venceu.
a rivalidade teve um resultado trágico. nos treinos para a corrida seguinte, na bélgica, o canadense morreu ao bater no march de jochen mass enquanto tentava superar pironi.
seis corridas depois, a dupla da renault também passou por uma situação de insubordinação. arnoux liderava sua corrida de casa, o gp da frança, em paul ricard, quando recebeu ordem para ceder a ponta para seu companheiro, alain prost.
a exemplo do que aconteceu com rubens barrichello, no último final de semana, arnoux havia feito a pole e vinha dominando toda aquela corrida.
animado com a possibilidade de conseguir sua terceira vitória, o francês se fez de desentendido, acelerou ainda mais e venceu com 17s308 sobre prost.
fruto da maior profissionalização da categoria, com acordos comerciais cada vez mais astronômicos, as equipes passaram a tomar precauções para evitar casos de desobediência. nos contratos, estipulam que os pilotos devem obedecer sempre as ordens dos boxes, quaisquer que sejam. até michael schumacher precisou aceitar essa cláusula da ferrari.
como consequência, os jogos de equipe passaram a funcionar com mais frequência.
em 1997, eddie irvine deu a vitória para michael schumacher em suzuka. na corrida seguinte, em jerez, jacques villeneuve, da williams, premiou a mclaren com uma dobradinha _david coulthard e mika hakkinen o haviam ajudado na luta contra schumacher. e, em 1998, coulthard cedeu a ponta para hakkinen na austrália, respeitando um acordo selado antes da prova.
o primeiro jogo de equipe de que se tem notícia data de 1956, quando os pilotos de uma mesma escuderia podiam trocar de carros durante uma prova. no gp da itália daquele ano, a ferrari forçou peter collins a ceder seu carro para juan manuel fangio. o argentino foi o segundo colocado na prova e conquistou o quarto dos seus cinco títulos mundiais.
um brinde a reutemann, pironi e arnoux. três pilotos que nunca foram campeões mundiais. mas que podem dizer, de cabeça erguida, que tentaram ao máximo, que foram esportistas ao pé da letra, que não aceitaram a subserviência.
fonte: fabio seixas_**
ai pergunto, como seram lembrados barrichello e massa ?
vai depender da globo
discordo, o barrichello, com toda melação da globo, ainda é visto no br como um merda, o mesmo acontecerá com massa, pessoal que assiste f1 não é tão sequelado quanto o resto dos telespectadores da globo.
pra mim todos cumpriram seu papel de subordinado. com um salário de 12 milhões de dólares por ano (com mais 2 anos de contrato) só um idiota faria o oposto, criticar atrás do computador fica fácil pra nós. ele tomou a atitude correta agora, porém ele deveria era tentar andar na frente do alonso, mas depois do acidente e com 1 filho nas costas tudo isso pesa pro massa.
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o correto para quem aprecia o esporte é boicotar . a formula 1 há tempos já não tem os mesmos níveis de audiencia e isso levou a fia a tomar as atitudes desesperadas dos últimos 10 anos quanto a regulamentos .
quem faz a formula 1 são os anunciantes . e os anunciantes só o fazem porque existe gente assistindo . como não compactuo com essa palhaçada , não irei acompanhar mais a f1 , o que na verdade já está sendo um estorvo há muito tempo .
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**_25/07/2010
túnel do tempo
em maio de 2002, uma semana após a marmelada de zeltweg, escrevi um texto para a folha que vale a pena ser resgatado agora…
os jogos de equipe na f-1 são quase tão antigos como a categoria. a obediência de seus subordinados, no entanto, é um fenômeno bastante recente.
até meados dos anos 90, era comum ver pilotos desobedecendo ordens em gps. carlos reutemann, didier pironi e rené arnoux foram célebres transgressores nos anos 80.
no gp brasil de 1981, o argentino reutemann recebeu uma ordem de frank williams para abrir caminho para alan jones. a situação era ainda mais absurda do que a vista em zeltweg: a prova carioca era apenas a segunda daquela temporada.
apesar dos apelos dos boxes, reutemann não cedeu. cruzou a linha de chegada em primeiro, 4s43 à frente de jones. pelo resto da temporada, a dupla da williams continuou a se digladiar. o resultado foi péssimo para o time. enquanto reutemann e jones dividiram a pontuação ao longo do ano _levaram 49 e 46 pontos, respectivamente, nelson piquet, da brabham, foi campeão com apenas 50 pontos.
no ano seguinte, a história se repetiu. mas na ferrari, que havia eleito gilles villeneuve como primeiro piloto, tendo pironi como coadjuvante.
na quarta etapa do campeonato, o gp de san marino, pironi e villeneuve iniciaram uma disputa agressiva pela liderança. preocupada, a ferrari mandou o francês se manter na segunda posição. pironi não só desobedeceu como foi desaforado: ultrapassou villeneuve na última volta e venceu.
a rivalidade teve um resultado trágico. nos treinos para a corrida seguinte, na bélgica, o canadense morreu ao bater no march de jochen mass enquanto tentava superar pironi.
seis corridas depois, a dupla da renault também passou por uma situação de insubordinação. arnoux liderava sua corrida de casa, o gp da frança, em paul ricard, quando recebeu ordem para ceder a ponta para seu companheiro, alain prost.
a exemplo do que aconteceu com rubens barrichello, no último final de semana, arnoux havia feito a pole e vinha dominando toda aquela corrida.
animado com a possibilidade de conseguir sua terceira vitória, o francês se fez de desentendido, acelerou ainda mais e venceu com 17s308 sobre prost.
fruto da maior profissionalização da categoria, com acordos comerciais cada vez mais astronômicos, as equipes passaram a tomar precauções para evitar casos de desobediência. nos contratos, estipulam que os pilotos devem obedecer sempre as ordens dos boxes, quaisquer que sejam. até michael schumacher precisou aceitar essa cláusula da ferrari.
como consequência, os jogos de equipe passaram a funcionar com mais frequência.
em 1997, eddie irvine deu a vitória para michael schumacher em suzuka. na corrida seguinte, em jerez, jacques villeneuve, da williams, premiou a mclaren com uma dobradinha _david coulthard e mika hakkinen o haviam ajudado na luta contra schumacher. e, em 1998, coulthard cedeu a ponta para hakkinen na austrália, respeitando um acordo selado antes da prova.
o primeiro jogo de equipe de que se tem notícia data de 1956, quando os pilotos de uma mesma escuderia podiam trocar de carros durante uma prova. no gp da itália daquele ano, a ferrari forçou peter collins a ceder seu carro para juan manuel fangio. o argentino foi o segundo colocado na prova e conquistou o quarto dos seus cinco títulos mundiais.
um brinde a reutemann, pironi e arnoux. três pilotos que nunca foram campeões mundiais. mas que podem dizer, de cabeça erguida, que tentaram ao máximo, que foram esportistas ao pé da letra, que não aceitaram a subserviência.
fonte: fabio seixas_**
ai pergunto, como seram lembrados barrichello e massa ?
vai depender da globo
discordo, o barrichello, com toda melação da globo, ainda é visto no br como um merda, o mesmo acontecerá com massa, pessoal que assiste f1 não é tão sequelado quanto o resto dos telespectadores da globo.
pra mim todos cumpriram seu papel de subordinado. com um salário de 12 milhões de dólares por ano (com mais 2 anos de contrato) só um idiota faria o oposto, criticar atrás do computador fica fácil pra nós. ele tomou a atitude correta agora, porém ele deveria era tentar andar na frente do alonso, mas depois do acidente e com 1 filho nas costas tudo isso pesa pro massa.
leia com atenção o que você mesmo disse.
12 milhões por ano, 1 milhão por mes, ele já esta a pelo menos uns 4 anos na ferrari, são 48 milhões fora o patrocinio, falar nessas sifras e em peso de criar uma familia, parece ate sacanagem. na boa ele não começou agora, já tem grana, não precisa mais se subordinar a nada, agora o que ele tem de mais valioso é a imagem dele e ele cagou nela, não é facil criticar atras de uma tela jakka é fazer um comparativo, todos nois assinamos contratos, nesse contrato diz que não devemos ser insubordinados, eu sei muito bem o que é isso, trabalho dentro de um regime militar, numa base naval, trabalho direto com militares de alta patente, não posso nem pensar em contrariar uma ordem superior, mas quando essa ordem não tem sentido ou será prejudicial a mim, eu bato de frente, a diferença é como eu bato e saber quais serão as consequencias, se eu bater de frente, vou pra rua e tenho que ter sorte de arrumar outro emprego antes do meu fgts terminar, o massa pode mandar o sthefano domenicalle as favas que ele sabe que tem outras equipes e ate categorias pra onde ele pode ir, ele sabe que se ele quiser ficar 30 dias sem fazer porra nenhuma, so coçando o saco e comendo a mulher dele em cada motel diferente de monaco ele pode, o dinheiro dele continuara rendendo nos investimentos que ele tem, sempre vai aparecer um merchan pra ele fazer.
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vamos ler uma matéria antiga de quando isso já ocorre
**_25/07/2010
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em maio de 2002, uma semana após a marmelada de zeltweg, escrevi um texto para a folha que vale a pena ser resgatado agora…
os jogos de equipe na f-1 são quase tão antigos como a categoria. a obediência de seus subordinados, no entanto, é um fenômeno bastante recente.
até meados dos anos 90, era comum ver pilotos desobedecendo ordens em gps. carlos reutemann, didier pironi e rené arnoux foram célebres transgressores nos anos 80.
no gp brasil de 1981, o argentino reutemann recebeu uma ordem de frank williams para abrir caminho para alan jones. a situação era ainda mais absurda do que a vista em zeltweg: a prova carioca era apenas a segunda daquela temporada.
apesar dos apelos dos boxes, reutemann não cedeu. cruzou a linha de chegada em primeiro, 4s43 à frente de jones. pelo resto da temporada, a dupla da williams continuou a se digladiar. o resultado foi péssimo para o time. enquanto reutemann e jones dividiram a pontuação ao longo do ano _levaram 49 e 46 pontos, respectivamente, nelson piquet, da brabham, foi campeão com apenas 50 pontos.
no ano seguinte, a história se repetiu. mas na ferrari, que havia eleito gilles villeneuve como primeiro piloto, tendo pironi como coadjuvante.
na quarta etapa do campeonato, o gp de san marino, pironi e villeneuve iniciaram uma disputa agressiva pela liderança. preocupada, a ferrari mandou o francês se manter na segunda posição. pironi não só desobedeceu como foi desaforado: ultrapassou villeneuve na última volta e venceu.
a rivalidade teve um resultado trágico. nos treinos para a corrida seguinte, na bélgica, o canadense morreu ao bater no march de jochen mass enquanto tentava superar pironi.
seis corridas depois, a dupla da renault também passou por uma situação de insubordinação. arnoux liderava sua corrida de casa, o gp da frança, em paul ricard, quando recebeu ordem para ceder a ponta para seu companheiro, alain prost.
a exemplo do que aconteceu com rubens barrichello, no último final de semana, arnoux havia feito a pole e vinha dominando toda aquela corrida.
animado com a possibilidade de conseguir sua terceira vitória, o francês se fez de desentendido, acelerou ainda mais e venceu com 17s308 sobre prost.
fruto da maior profissionalização da categoria, com acordos comerciais cada vez mais astronômicos, as equipes passaram a tomar precauções para evitar casos de desobediência. nos contratos, estipulam que os pilotos devem obedecer sempre as ordens dos boxes, quaisquer que sejam. até michael schumacher precisou aceitar essa cláusula da ferrari.
como consequência, os jogos de equipe passaram a funcionar com mais frequência.
em 1997, eddie irvine deu a vitória para michael schumacher em suzuka. na corrida seguinte, em jerez, jacques villeneuve, da williams, premiou a mclaren com uma dobradinha _david coulthard e mika hakkinen o haviam ajudado na luta contra schumacher. e, em 1998, coulthard cedeu a ponta para hakkinen na austrália, respeitando um acordo selado antes da prova.
o primeiro jogo de equipe de que se tem notícia data de 1956, quando os pilotos de uma mesma escuderia podiam trocar de carros durante uma prova. no gp da itália daquele ano, a ferrari forçou peter collins a ceder seu carro para juan manuel fangio. o argentino foi o segundo colocado na prova e conquistou o quarto dos seus cinco títulos mundiais.
um brinde a reutemann, pironi e arnoux. três pilotos que nunca foram campeões mundiais. mas que podem dizer, de cabeça erguida, que tentaram ao máximo, que foram esportistas ao pé da letra, que não aceitaram a subserviência.
fonte: fabio seixas_**
ai pergunto, como seram lembrados barrichello e massa ?
vai depender da globo
discordo, o barrichello, com toda melação da globo, ainda é visto no br como um merda, o mesmo acontecerá com massa, pessoal que assiste f1 não é tão sequelado quanto o resto dos telespectadores da globo.
pra mim todos cumpriram seu papel de subordinado. com um salário de 12 milhões de dólares por ano (com mais 2 anos de contrato) só um idiota faria o oposto, criticar atrás do computador fica fácil pra nós. ele tomou a atitude correta agora, porém ele deveria era tentar andar na frente do alonso, mas depois do acidente e com 1 filho nas costas tudo isso pesa pro massa.
leia com atenção o que você mesmo disse.
12 milhões por ano, 1 milhão por mes, ele já esta a pelo menos uns 4 anos na ferrari, são 48 milhões fora o patrocinio, falar nessas sifras e em peso de criar uma familia, parece ate sacanagem. na boa ele não começou agora, já tem grana, não precisa mais se subordinar a nada, agora o que ele tem de mais valioso é a imagem dele e ele cagou nela, não é facil criticar atras de uma tela jakka é fazer um comparativo, todos nois assinamos contratos, nesse contrato diz que não devemos ser insubordinados, eu sei muito bem o que é isso, trabalho dentro de um regime militar, numa base naval, trabalho direto com militares de alta patente, não posso nem pensar em contrariar uma ordem superior, mas quando essa ordem não tem sentido ou será prejudicial a mim, eu bato de frente, a diferença é como eu bato e saber quais serão as consequencias, se eu bater de frente, vou pra rua e tenho que ter sorte de arrumar outro emprego antes do meu fgts terminar, o massa pode mandar o sthefano domenicalle as favas que ele sabe que tem outras equipes e ate categorias pra onde ele pode ir, ele sabe que se ele quiser ficar 30 dias sem fazer porra nenhuma, so coçando o saco e comendo a mulher dele em cada motel diferente de monaco ele pode, o dinheiro dele continuara rendendo nos investimentos que ele tem, sempre vai aparecer um merchan pra ele fazer.
o que eu quis dizer com 1 filho foi o que o schumacker disse que o senna foi até os 35 anos igual louco porque ele não tinha nada a perder, não tinha um filho e não sabia o que era amor de pai e o schumacker já tinha 2 ou 3 filhos.
tudo aconteceu de uma vez só com o massa, acidente, filho e alonso na ferrari. não quis dizer que não faria falta, mas faria de qualquer forma pois ele nào poderia viver mais em monaco numa boa e nem manter seu jatinho, a copa linea e formula future seriam tomadas da familia dele no brasil e a ferrari/fiat ia terminar de fuder com a vida dele num prazo curto e rapidinho ele estaria correndo na truck series ou na stock car.
não me engano com ah, ele ja ganhou 48 milhoes , quanto mais tem + quer. é uma soma matemática e uma pena que ele só renovou por 2 anos, pra acabar com o prestígio dele e resolver entrar no comércio ele deveria ter renovado até a eternidade na ferrari.

