Ex-médico da f1 tenta tranquilizar fãs de schumacher via twitter
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o doutor gary hartstein, médico chefe da fórmula 1 entre as temporadas de 2005 e 2012, vem procurando acalmar os fãs do heptacampeão mundial michael schumacher – que permanece em coma induzido num hospital nos alpes franceses após um grave acidente esquiando. o estado de saúde do ex-piloto é muito delicado, mas hartstein tenta explicar o quadro do alemão:
“as hemorragias epidurais, uma espécie de hemorragia cerebral, podem deixar um certo intervalo de lucidez após o acidente. o aumento da pressão provoca alguns sintomas específicos e deve ser revertido rapidamente, obrigando a uma intervenção cirúrgica urgente. na sequência, o paciente é colocado em cuidados intensivos”, publicou o médico via twitter.
“a qualidade da recuperação depende de muitos fatores: a gravidade da ferida inicial, a amplitude da elevação da pressão, a rapidez com que ela é reduzida e, por fim, os cuidados intensivos após a cirurgia”.
“não há nada de anormal em ter que esperar até as 8h por mais notícias. isso dará aos médicos a chance de fazer novos exames, ver as tomografias, verificar os resultados do sangue. é perfeitamente normal. o que nós queremos ouvir nesta segunda-feira: schumacher está fora ou começando a sair do respirador e a pressão intracraniana ficou normal. se ouvirmos isso, estamos bem”.
os médicos que tratam schumacher no hospital universitário de grenoble, através de uma entrevista coletiva, informaram que a situação do ex-piloto ainda é crítica. ou seja, ao contrário do que esperava o dr. hartstein, o heptacampeão segue em coma, respirando com ajuda de aparelhos e, ao que parece, com a pressão intracraniana fora do padrão.
“parece que ele está recebendo grandes doses de anestésico para que seu cérebro fique descansando”, tuitou.