Trauma com peterson explica ausência sueca, diz ericsson
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a suécia sempre ficou marcada na f1 pela presença de ronnie peterson, que disputou a categoria entre os anos de 1970 e 1978 nas equipes march, lotus e tyrrell, com 10 vitórias, 14 poles e 26 pódios, mas que teve sua vida ceifada após o trágico acidente na largada do gp da itália de 78, quando envolveu-se num choque com james hunt e riccardo patrese.após isso, o gp sueco não aconteceu em 1979 e após a passagem de stefan johansson pela f1 nas equipes spirit, toleman, ferrari, mclaren, onyx e arrows, não tivemos mais pilotos oriundos do país escandinavo.
em 2014, marcus ericsson volta a ser o representante da suécia na categoria, já que ele foi anunciado na caterham e ele diz que a falta de suecos na categoria se deve ao trauma gerado com a morte de peterson.
“tivemos vários bons pilotos, com grande talento. acho que se deve à lembrança de quando peterson sofreu seu acidente fatal. foi um duro golpe para a suécia”, disse.
“além disso, nunca tivemos aquela coisa natural que, por exemplo, a finlândia tem, quando um piloto se aposenta e ajuda o sucessor a entrar na f1″, disse sobre a tradição finlandesa com keke rosberg, jj lehto, mika hakkinen, kimi räikkönen e heikki kovalainen.
“acredito que essa pode ser uma das razões, também, porque estou certo de que os pilotos suecos podem ser tão bons quanto qualquer outro. passou muito tempo para a suécia desde que tivemos um piloto de f1, 23 anos. foi uma grande notícia para o país, o que é incrível. estou muito feliz com isso”, concluiu.