Gp da itália não tem dinheiro para ficar na f1 em 2016
-
depois do cancelamento do gp da alemanha nesse ano, por problemas contratuais com os promotores locais da prova, a fórmula 1 poderá encarar outras situações similares mais adiante e nessa temporada. especificamente com relação ao gp da itália, um dos mais tradicionais da categoria, que acontece no lendário autódromo de monza.
as chances da corrida deixar o calendário da categoria máxima em 2016 são significativas. a prova acontece no veloz circuito de monza desde 1950 (ano de criação da f1) e já soma 65 edições consecutivas.
o atual contrato do gp da itália com a fom (formula one management) se encerra no final desta temporada e, por enquanto, de acordo com fontes na imprensa europeia, não aconteceram avanços nas negociações para a renovação do compromisso. aliás, ao contrário, as conversas regrediram.
monza é dos circuitos que menos paga para organizar um gp na f1. a taxa seria de 12 milhões de euros por ano. mas a proposta inicial de bernie ecclestone, chefão da categoria, aponta para um reajuste substancial e os promotores da itália passariam a pagar 20 milhões de euros – praticamente insuportável para a pista italiana.
além da itália, espanha (barcelona) e bélgica (spa-francorchamps) também estão com os seus contratos com a fom próximos de expirar – no final de 2016 – e nem os espanhóis e nem os belgas se mostram otimistas e animados para enfrentar os reajustes nas taxas.
