Para di grassi, testar para a pirelli aumenta as chances de competir na f-1
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mesmo com a contratação do espanhol jaime alguersuari, o brasileiro lucas di grassi segue como piloto de testes da pirelli. os dois juntos ajudarão a empresa italiana a desenvolver a borracha que equipe os carros de fórmula 1 enquanto dura o contrato da empresa com a categoria. lucas chegou a assinar com a peugeot para participar do programa de endurance da empresa francesa, mas a empresa deixou as competições e ele segue correndo com a pirelli para manter-se em forma e, quem sabe, voltar a competir.
“guiar um carro com uma quilometragem e tanto por um ano é uma boa preparação para caso haja uma oportunidade na fórmula 1. mas mesmo se não houver uma chance eu penso que guiar um carro de fórmula 1 me mantém em boas condições para caso haja uma chance na le mans, na indy ou em outro lugar”, acredita o paulista. “meu plano original este ano era correr para a peugeot e continuar o trabalho com a pirelli, que eu gostei de fazer no ano passado. também aprendi algumas habilidades e técnicas que eu não tinha quando corria”.
lucas começa seu segundo ano seguido como piloto da testes da pirelli. no ano passado ele substituiu o alemão nick heidfeld, que havia sido contratado pela renault. segundo ele, para participar novamente de corridas pela categoria seria necessária a captação de patrocínio.
“no ano passado eu tive duas boas ofertas na fórmula 1, mas precisava de patrocinadores. há muitos pilotos na fórmula 1 que têm de trazer dinheiro e são talentosos, mas precisam mostrar esse lado na parte comercial também”, lamentou. “a f-1 é um grande campeonato e gostaria de correr aqui, mas se houvesse uma oportunidade de ir para o wec ou para o dtm, talvez até mesmo a indycar, eu penso que seria bom”.