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Temperatura no coletor e escape

Agendado Fixado Trancado Movido Mecânica e Preparação
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  • O Offline
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    overspeed
    escreveu em última edição por
    #20

    depende de caso pra caso….

    mas geralmente as turbinas aguentam no máximo temperaturas próximas a 950?c (informação de umas t2 e ihi que tenho em catalogo)

    se num me engano o pessoal fala em cercade 800/850?c no ap como limite de quebra portanto é bom ficar abaixo disso...mas obvio sempre tem quem ache que dura muito andando a mais que isso...e claro..essa temperatura se puxa só de primeira e segunda é muito menos catastr?fica que de quinta a 6.000rpm

    []s jr

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      Visitante
      escreveu em última edição por
      #21

      antes ou depois da turbina jr?

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      • O Offline
        O Offline
        overspeed
        escreveu em última edição por
        #22

        antes ou depois da turbina jr?

        não trabalho muito com pir?metro justamente porque as informações são meio empiricas e inconstantes…mas pelo pouco que me consta a temperatura máxima que uma turbina especifica pra ciclo otto aguenta é de cerca de 950?c...as de diesel é 650?c (as apl da vida)

        pra ser honesto não sei o que ocorre se usar temperatura acima desta pra turbina (se quebra instant?neo, se diminui durabilidade, se num acontece nada)

        pro motor e ap falam em 800 a 850?c saindo do motor ou seja antes da turbina...depois ela transforma energia e diminui a temperatura... aí mascara o resultado

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        • D Offline
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          DuKa
          escreveu em última edição por
          #23

          a sonda lambda hego trabalha a 800?, mas tem uma resistencia interna de aquecimento as sondas ego, que nao possuem aquecimento, tem de ser colocadas o mais proximo do cabecote o possivel, para que haja a leitura correta

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            escreveu em última edição por
            #24

            temperatura do escape não é indicação de mistura ideal ou não :)

            pelo ponto de ignição vc altera drasticamente a temperatura.

            a unica coisa que indica isso é o teor de oxigenio nos gases queimados…

            sonda lambda :)

            varia de motor pra motor, mas uma referencia é sempre bom:

            -vectra 2.2 turbo dando falta sem pisar tudo: pico de 750 graus antes da turbina.

            -porsche do alejandro sanches, turbo, quase 1000hp, alcool, pirometro montado depois das turbinas: valor maximo 647 graus.

            valor ideal fica mais ou menos nisso... pico de até 850 graus antes da turbina e até 700 depois. mais quente que isso da problema... tbm nao sei se altera durabilidade, se quebra, ou o que... mas algo acontece, com ctz.

            abs..

            martin

            1 Resposta Última resposta
            • O Offline
              O Offline
              overspeed
              escreveu em última edição por
              #25

              temperatura do escape não é indicação de mistura ideal ou não :)

              pelo ponto de ignição vc altera drasticamente a temperatura.

              a unica coisa que indica isso é o teor de oxigenio nos gases queimados…

              sonda lambda :)

              varia de motor pra motor, mas uma referencia é sempre bom:

              -vectra 2.2 turbo dando falta sem pisar tudo: pico de 750 graus antes da turbina.

              -porsche do alejandro sanches, turbo, quase 1000hp, alcool, pirometro montado depois das turbinas: valor maximo 647 graus.

              valor ideal fica mais ou menos nisso... pico de até 850 graus antes da turbina e até 700 depois. mais quente que isso da problema... tbm nao sei se altera durabilidade, se quebra, ou o que... mas algo acontece, com ctz.

              abs..

              martin

              temperatura tbm se altera com mistura… conforme vc vai enriquecendo e ganhando potência por se aproximar de fator lambda = 0,85 (não confundir com 850mv de valor de sonda) a temperatura vai crescendo mantendo-se a mesma curva de ponto, no momento em que vc enriquece e a temperatura começa a cair é sinal de que vc está começando a perder potência e o valor absoluto de temperatura é fruto do ponto tbm.

              ou seja digamso que vc vai enriquecendo e a tmeperatura suba de 600 pra 650 e assim consecutivamente até 850?c..a partir deste momento começa a cair novamente...a melhor condição de potência máxima aconteceu com a mistura adequada pra 850?c...a? digamos que vc considere a temperatura alt demais.... vc abaixa o ponto nesta condição e repete o processo.

              no final sempre se deixa uma margem de segurança com mistura ligeiramente mais rica do que o de máxima potência e ponto um pouco mais baixo pros casos aonde vc segura mais a potência num regime perto da máxima (aonde gera mais calor) e consecutivamente vc tem mais chances de quebra.

              mas uma coisa é absolutamente verdade.... dizer que vc está seguro na questão ponto apenas lendo temperatura é inverdade... tem amigo meu (e inclusive posta no forum ) que quebrou canaleta de pistão com 700? e pocuos no escape após segurar um pouco mais de qiunta.

              []s jr

              1 Resposta Última resposta
              • T Offline
                T Offline
                TuCa
                escreveu em última edição por
                #26

                _(09:39:54) tuca entra na sala…

                (09:40:30) tuca fala para todos: deu sorte q foi só a canaleta

                (09:40:57) tuca sai da sala..._

                :) :)

                1 Resposta Última resposta
                • P Offline
                  P Offline
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                  escreveu em última edição por
                  #27

                  hj indo de sp p/ santos fiquei prestando atenção na temp.

                  no plano, ralando o acelerador com a mistura pobre e sem pressão, a temp se mantem entre 650?~660?.

                  na primeira subida, mantendo o mesmo esquema de ralar o acelerador com a mistura pobre (somente nos bicos originais variando de 350mv a 500mv quase sempre com pressão negativa no coletor), a temp sobe e como eu só deixava subir até 720?, não sei até onde iria.

                  no caso da subida da serra, até 700? eu vinha ralando o po no acelerador, quando passava isso eu dava uma pisada de leve fazendo vir um pouco de pressão e com isso os bicos aux enriquecendo a mistura (passando dos 900mv), o que fazia a temp cair para os 650?~660?.

                  até aonde eu me preocupo com isso?

                  já vi que com a mistura ideal a temp fica controlada e ralando o po no acelerador com a mistura pobre a temp tbm não fica alta no plano mas na subida sim.

                  valeu pela ajuda… :)

                  1 Resposta Última resposta
                  • O Offline
                    O Offline
                    overspeed
                    escreveu em última edição por
                    #28

                    hj indo de sp p/ santos fiquei prestando atenção na temp.

                    no plano, ralando o acelerador com a mistura pobre e sem pressão, a temp se mantem entre 650?~660?.

                    na primeira subida, mantendo o mesmo esquema de ralar o acelerador com a mistura pobre (somente nos bicos originais variando de 350mv a 500mv quase sempre com pressão negativa no coletor), a temp sobe e como eu só deixava subir até 720?, não sei até onde iria.

                    no caso da subida da serra, até 700? eu vinha ralando o po no acelerador, quando passava isso eu dava uma pisada de leve fazendo vir um pouco de pressão e com isso os bicos aux enriquecendo a mistura (passando dos 900mv), o que fazia a temp cair para os 650?~660?.

                    até aonde eu me preocupo com isso?

                    já vi que com a mistura ideal a temp fica controlada e ralando o po no acelerador com a mistura pobre a temp tbm não fica alta no plano mas na subida sim.

                    valeu pela ajuda… :)

                    alguns conceitos estão meio fora, mas vamos lá…. a sonda comum hego num tem muita precisão pra ler fora de fator lambda = 1 (mistura estequim?trica, se fosse apenas gasolina sem alcool seria 14,7:1) então tem autor que considera acima de 500 ou 600mv como mistura rica.

                    a diferença que tem aí é simplesmente a carga, por mais que vc dia relando o po a condição de carga é absolutamente diferente entre subindo a serra e descendo com a mesma posição do acelerador, natural que descendo a serra marque um valor menor de temperatura no escape porque ela depende da carga.

                    especificamente quando vc dá plena carga a mistura fica mais rica (o que ajuda a diminuir a temperatura do escape) a temperatura cai o que indica que se vc quiser o máximo de potência (esquecendo de durabilidade, confiabilidade e todos os outros dade ) vc poderia empobrecer a mistura e ganharia potência...provavelmente a temperatura subiria pra perto ou um pouco mais do que estes 720?c...a? vc teria que diminuir o ponto até chegar a uma temperatura que considere segura.

                    não gosto muito de dar valores porque cada caso é seu próprio universo mas se com po no fundo fica abaixo de 700?c geralmente o acerto está adequado.

                    deixe-me contar um epis?dio:

                    teve uma revista americana (se num me falha a memória turbo magazine) que a uns 10 anos (ou mais faz tempo que lá) testou um buick l6 turbo, aí trabalhando o acerto olhando o pir?metro descobriu que o valor de sonda hego para máxima potência naquele carro correspondia a 650mv de sonda a plena carga..o motor rendia mais cv do que com 850mv de sonda como todo mundo acha que seria.... só que a temperatura do escape mesmo com o ponto adequado (existem formulas pra calcular os valores teoricos de ponto sabendo-se dados do comando, motor, etc.) ficava acima do aceitável, aí foi necessário enriquecer o motor (perdendo potência ) até a temperatura ficar aceitável para o valor de ponto próximo ao que eles calcularam e consideraram o ideal....

                    1 Resposta Última resposta
                    • L Offline
                      L Offline
                      Leo_Multi
                      escreveu em última edição por
                      #29

                      queria a opinião do pessoal que tem experiencia em usar pir?metro.

                      qual a temp correta de trabalho? qual a máxima temperatura para evitar quebras?

                      valeu

                      :)

                      medindo antes da turbina :

                      gasolina 950

                      alcool 850

                      diesel 750

                      a medindo depois da turbina só serve para avaliar a eficiencia de trabalho da turbina (antes x depois) :)

                      1 Resposta Última resposta
                      • L Offline
                        L Offline
                        Leo_Multi
                        escreveu em última edição por
                        #30

                        (existem formulas pra calcular os valores teoricos de ponto sabendo-se dados do comando, motor, etc.)

                        para cada mistura, rpm, posição do acelerador vc tem um ponto ideal.

                        não se calcula o ponto, porque são muitas variaveis

                        para se determinar o ponto ideal para cada situação, só simulando num dyno (cada posição do acelerador, rpm e para cada mistura)

                        este trabalho é conhecido como levantamento de requisitos de um motor e é empirico (só testando)

                        1 Resposta Última resposta
                        • O Offline
                          O Offline
                          overspeed
                          escreveu em última edição por
                          #31

                          para cada mistura, rpm, posição do acelerador vc tem um ponto ideal.

                          não se calcula o ponto, porque são muitas variaveis

                          para se determinar o ponto ideal para cada situação, só simulando num dyno (cada posição do acelerador, rpm e para cada mistura)

                          este trabalho é conhecido como levantamento de requisitos de um motor e é empirico (só testando)

                          leo,

                          qdo o fabricante da injeção vai fazer o mapeamento de um motor, o fabricante do motor fornece a curva te?rica de ponto caculada a partir de dados como taxa, comando, efici?ncia, etc…a? essa curva obrigatériamente é testada empiricamente no dinam?metro (aonde cai no que vc falou) mas em princ?pio se calcula sim a curva te?rica de ponto em alguns pontos que serivó de base pro acerto.

                          em tese o ponto varia na mesma temperatura do motor com:

                          • pressão no coletor: maior pressão =>menor ponto

                          • temperatura de admissão: maior temperatira =>menor o ponto

                          • rpm: maior a rpm => maior o ponto

                          obs: para carga estratificada a posição da borboleta influencia pouco, apenas definindo 3 situações marcha lenta, meia carga e plena carga e com ela 3 familia msde curva de ponto

                          mistura não influencia porque as fabricas trabalham com a mistura num valor fechado estequiom?trico (cai de novo pela posição da borboleta vc tem outras 3 familias de curvas ml, meia carga e plena carga)

                          calcula-se a pressão teorica dentro do cilindro e para cada pressão (que é fruto das vari?veis acima) se tem um valor de ponto que pode ou não ser a realidade.

                          1 Resposta Última resposta
                          • F Offline
                            F Offline
                            Fabio
                            escreveu em última edição por
                            #32

                            [[quote]ou seja digamso que vc vai enriquecendo e a tmeperatura suba de 600 pra 650 e assim consecutivamente até 850?c..a partir deste momento começa a cair novamente…a melhor condição de potência máxima aconteceu com a mistura adequada pra 850?c...a? digamos que vc considere a temperatura alt demais.... vc abaixa o ponto nesta condição e repete o processo.

                            sempre a potência máxima vai ocorrer com a maior temperatura no escape? na potência máxima sempre sobra combustável não queimado. ele não ajudaria a deixar a temperatura mais baixa na condição de potência máxima, mesmo que nessa condição esteja sendo queimado mais combustável?

                            1 Resposta Última resposta
                            • P Offline
                              P Offline
                              PrEsA
                              escreveu em última edição por
                              #33

                              pessoal o seguinte:

                              qdo estava em uma auto-pecas foi solicitado (por uma montadora) o nosso auxilio p acertar uma ecu de um motor q iria correr o brasileiro de rally.

                              nao utilizamos os parametros originais, pois o motor estava com 4x1, bielas e pistao forjados e um comando com mais levante e duracao (lembrem-se q era aspro).

                              um engenheiro da marelli veio p fazer o acerto do motor em nossa bancada de dinos. a metodologia era muito simples:

                              • trava-se uma rotacao e uma carga pelo dino: altera-se ponto e tempo de injecao ate potencia maxima (com um microfone p detectar pre-ignicao)

                              e assim construiu-se o mapa do veículo q com motor 1,6 16v chegou a 160cv de 5000 a 7500 rpm.

                              detalhe importante: ele sacrificava potencia p manter a temperatura no escape abaixo de um certo limite, aumentando injecao mas perdendo potencia. o limite ele tirou da propria cabeca e lembro ser algo perto de 700oc (mas como o valor era em of eu nao tenho certeza de qto ele usou na epoca).

                              para medir a temp maxima ele deixava o motor cerca de 1min p estabilizar. logo se em 5s seu motor atingiu 800oc depois da turbina eu consideraria perigoso….

                              e excesso de temperatura causam quebra por:

                              • fadiga mecanica no material, pois ele tende a ficar mais mole com a temp.

                              • altera as folgas, podendo causar até o travamento de aneis em motores originais

                              (isto é p aumentos graduais de temp, nao p falta de comb q fura cabeca de pistao )

                              []s

                              1 Resposta Última resposta
                              • P Offline
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                                escreveu em última edição por
                                #34

                                [

                                sempre a potência máxima vai ocorrer com a maior temperatura no escape? na potência máxima sempre sobra combustável não queimado. ele não ajudaria a deixar a temperatura mais baixa na condição de potência máxima, mesmo que nessa condição esteja sendo queimado mais combustável?

                                [snapback]404960[/snapback]

                                não… potencia máxima não sobra combustável e fica no limite da fadiga.

                                em provas de curta duração, tipo arrancada, o ideal é buscar potencia sacrificando equipamento. aí vem cavalaria.

                                curiosidade já que esse tópico foi ressucitado...

                                nas ultimas semanas com o carro, com um novo setup (turbina, injeção e 2 bombas novas) quando vinha o pico de pressão (1.6) o carro ficava ignorante... o hall zerava e a temp subia rápido mas virava absurdamente... potencia que eu ficava assustado com 1,6... ignorava qq marcha do cambio.

                                sabia que se segurasse assim, era quebra garantiada.

                                não cheguei a acertar porque desmontei em seguida.

                                1 Resposta Última resposta
                                • F Offline
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                                  Fabio
                                  escreveu em última edição por
                                  #35

                                  ? impossível que não sobre, pois a mistura nunca é perfeitamente homog?nea.

                                  1 Resposta Última resposta
                                  • P Offline
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                                    #36

                                    ? impossível que não sobre, pois a mistura nunca é perfeitamente homog?nea.

                                    [snapback]405677[/snapback]

                                    a ponto de esfriar os cilindros não…

                                    1 Resposta Última resposta
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                                      #37

                                      a ponto de esfriar os cilindros não…

                                      [snapback]405684[/snapback]

                                      tudo bem, mas por menor que seja essa sobra, não seria o suficiente para baixar nem 1? c a mistura?

                                      1 Resposta Última resposta
                                      • P Offline
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                                        #38

                                        tudo bem, mas por menor que seja essa sobra, não seria o suficiente para baixar nem 1? c a mistura?

                                        [snapback]405778[/snapback]

                                        não estou te entendendo… porque numa situação dessas a temperatura sobe sem parar, não sei a quantos graus chega.

                                        o ideal é uma mistura que mesmo em carga plena, manetenha numa temperatura x, essa que eu nunca soube por não ter pirometro após os cilindros somente após a turbina.

                                        1 Resposta Última resposta
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                                          #39

                                          temperatura tbm se altera com mistura… conforme vc vai enriquecendo e ganhando potência por se aproximar de fator lambda = 0,85 (não confundir com 850mv de valor de sonda) a temperatura vai crescendo mantendo-se a mesma curva de ponto, no momento em que vc enriquece e a temperatura começa a cair é sinal de que vc está começando a perder potência e o valor absoluto de temperatura é fruto do ponto tbm.

                                          ou seja digamso que vc vai enriquecendo e a tmeperatura suba de 600 pra 650 e assim consecutivamente até 850?c..a partir deste momento começa a cair novamente...a melhor condição de potência máxima aconteceu com a mistura adequada pra 850?c...a? digamos que vc considere a temperatura alt demais.... vc abaixa o ponto nesta condição e repete o processo.

                                          no final sempre se deixa uma margem de segurança com mistura ligeiramente mais rica do que o de máxima potência e ponto um pouco mais baixo pros casos aonde vc segura mais a potência num regime perto da máxima (aonde gera mais calor) e consecutivamente vc tem mais chances de quebra.

                                          mas uma coisa é absolutamente verdade.... dizer que vc está seguro na questão ponto apenas lendo temperatura é inverdade... tem amigo meu (e inclusive posta no forum ) que quebrou canaleta de pistão com 700? e pocuos no escape após segurar um pouco mais de qiunta.

                                          []s jr

                                          [snapback]145473[/snapback]

                                          uma mistua de máxima potência mesmo sobrando um pouco de combustável não queimado sempre vai gerar mais calor do que uma mistura mais econômica onde, teoricamente, se queimou todo combustável.

                                          1 Resposta Última resposta
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