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Temperatura no coletor e escape

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    overspeed
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    #22

    antes ou depois da turbina jr?

    não trabalho muito com pir?metro justamente porque as informações são meio empiricas e inconstantes…mas pelo pouco que me consta a temperatura máxima que uma turbina especifica pra ciclo otto aguenta é de cerca de 950?c...as de diesel é 650?c (as apl da vida)

    pra ser honesto não sei o que ocorre se usar temperatura acima desta pra turbina (se quebra instant?neo, se diminui durabilidade, se num acontece nada)

    pro motor e ap falam em 800 a 850?c saindo do motor ou seja antes da turbina...depois ela transforma energia e diminui a temperatura... aí mascara o resultado

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    • D Offline
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      DuKa
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      #23

      a sonda lambda hego trabalha a 800?, mas tem uma resistencia interna de aquecimento as sondas ego, que nao possuem aquecimento, tem de ser colocadas o mais proximo do cabecote o possivel, para que haja a leitura correta

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        Visitante
        escreveu em última edição por
        #24

        temperatura do escape não é indicação de mistura ideal ou não :)

        pelo ponto de ignição vc altera drasticamente a temperatura.

        a unica coisa que indica isso é o teor de oxigenio nos gases queimados…

        sonda lambda :)

        varia de motor pra motor, mas uma referencia é sempre bom:

        -vectra 2.2 turbo dando falta sem pisar tudo: pico de 750 graus antes da turbina.

        -porsche do alejandro sanches, turbo, quase 1000hp, alcool, pirometro montado depois das turbinas: valor maximo 647 graus.

        valor ideal fica mais ou menos nisso... pico de até 850 graus antes da turbina e até 700 depois. mais quente que isso da problema... tbm nao sei se altera durabilidade, se quebra, ou o que... mas algo acontece, com ctz.

        abs..

        martin

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        • O Offline
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          overspeed
          escreveu em última edição por
          #25

          temperatura do escape não é indicação de mistura ideal ou não :)

          pelo ponto de ignição vc altera drasticamente a temperatura.

          a unica coisa que indica isso é o teor de oxigenio nos gases queimados…

          sonda lambda :)

          varia de motor pra motor, mas uma referencia é sempre bom:

          -vectra 2.2 turbo dando falta sem pisar tudo: pico de 750 graus antes da turbina.

          -porsche do alejandro sanches, turbo, quase 1000hp, alcool, pirometro montado depois das turbinas: valor maximo 647 graus.

          valor ideal fica mais ou menos nisso... pico de até 850 graus antes da turbina e até 700 depois. mais quente que isso da problema... tbm nao sei se altera durabilidade, se quebra, ou o que... mas algo acontece, com ctz.

          abs..

          martin

          temperatura tbm se altera com mistura… conforme vc vai enriquecendo e ganhando potência por se aproximar de fator lambda = 0,85 (não confundir com 850mv de valor de sonda) a temperatura vai crescendo mantendo-se a mesma curva de ponto, no momento em que vc enriquece e a temperatura começa a cair é sinal de que vc está começando a perder potência e o valor absoluto de temperatura é fruto do ponto tbm.

          ou seja digamso que vc vai enriquecendo e a tmeperatura suba de 600 pra 650 e assim consecutivamente até 850?c..a partir deste momento começa a cair novamente...a melhor condição de potência máxima aconteceu com a mistura adequada pra 850?c...a? digamos que vc considere a temperatura alt demais.... vc abaixa o ponto nesta condição e repete o processo.

          no final sempre se deixa uma margem de segurança com mistura ligeiramente mais rica do que o de máxima potência e ponto um pouco mais baixo pros casos aonde vc segura mais a potência num regime perto da máxima (aonde gera mais calor) e consecutivamente vc tem mais chances de quebra.

          mas uma coisa é absolutamente verdade.... dizer que vc está seguro na questão ponto apenas lendo temperatura é inverdade... tem amigo meu (e inclusive posta no forum ) que quebrou canaleta de pistão com 700? e pocuos no escape após segurar um pouco mais de qiunta.

          []s jr

          1 Resposta Última resposta
          • T Offline
            T Offline
            TuCa
            escreveu em última edição por
            #26

            _(09:39:54) tuca entra na sala…

            (09:40:30) tuca fala para todos: deu sorte q foi só a canaleta

            (09:40:57) tuca sai da sala..._

            :) :)

            1 Resposta Última resposta
            • P Offline
              P Offline
              Pix
              escreveu em última edição por
              #27

              hj indo de sp p/ santos fiquei prestando atenção na temp.

              no plano, ralando o acelerador com a mistura pobre e sem pressão, a temp se mantem entre 650?~660?.

              na primeira subida, mantendo o mesmo esquema de ralar o acelerador com a mistura pobre (somente nos bicos originais variando de 350mv a 500mv quase sempre com pressão negativa no coletor), a temp sobe e como eu só deixava subir até 720?, não sei até onde iria.

              no caso da subida da serra, até 700? eu vinha ralando o po no acelerador, quando passava isso eu dava uma pisada de leve fazendo vir um pouco de pressão e com isso os bicos aux enriquecendo a mistura (passando dos 900mv), o que fazia a temp cair para os 650?~660?.

              até aonde eu me preocupo com isso?

              já vi que com a mistura ideal a temp fica controlada e ralando o po no acelerador com a mistura pobre a temp tbm não fica alta no plano mas na subida sim.

              valeu pela ajuda… :)

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              • O Offline
                O Offline
                overspeed
                escreveu em última edição por
                #28

                hj indo de sp p/ santos fiquei prestando atenção na temp.

                no plano, ralando o acelerador com a mistura pobre e sem pressão, a temp se mantem entre 650?~660?.

                na primeira subida, mantendo o mesmo esquema de ralar o acelerador com a mistura pobre (somente nos bicos originais variando de 350mv a 500mv quase sempre com pressão negativa no coletor), a temp sobe e como eu só deixava subir até 720?, não sei até onde iria.

                no caso da subida da serra, até 700? eu vinha ralando o po no acelerador, quando passava isso eu dava uma pisada de leve fazendo vir um pouco de pressão e com isso os bicos aux enriquecendo a mistura (passando dos 900mv), o que fazia a temp cair para os 650?~660?.

                até aonde eu me preocupo com isso?

                já vi que com a mistura ideal a temp fica controlada e ralando o po no acelerador com a mistura pobre a temp tbm não fica alta no plano mas na subida sim.

                valeu pela ajuda… :)

                alguns conceitos estão meio fora, mas vamos lá…. a sonda comum hego num tem muita precisão pra ler fora de fator lambda = 1 (mistura estequim?trica, se fosse apenas gasolina sem alcool seria 14,7:1) então tem autor que considera acima de 500 ou 600mv como mistura rica.

                a diferença que tem aí é simplesmente a carga, por mais que vc dia relando o po a condição de carga é absolutamente diferente entre subindo a serra e descendo com a mesma posição do acelerador, natural que descendo a serra marque um valor menor de temperatura no escape porque ela depende da carga.

                especificamente quando vc dá plena carga a mistura fica mais rica (o que ajuda a diminuir a temperatura do escape) a temperatura cai o que indica que se vc quiser o máximo de potência (esquecendo de durabilidade, confiabilidade e todos os outros dade ) vc poderia empobrecer a mistura e ganharia potência...provavelmente a temperatura subiria pra perto ou um pouco mais do que estes 720?c...a? vc teria que diminuir o ponto até chegar a uma temperatura que considere segura.

                não gosto muito de dar valores porque cada caso é seu próprio universo mas se com po no fundo fica abaixo de 700?c geralmente o acerto está adequado.

                deixe-me contar um epis?dio:

                teve uma revista americana (se num me falha a memória turbo magazine) que a uns 10 anos (ou mais faz tempo que lá) testou um buick l6 turbo, aí trabalhando o acerto olhando o pir?metro descobriu que o valor de sonda hego para máxima potência naquele carro correspondia a 650mv de sonda a plena carga..o motor rendia mais cv do que com 850mv de sonda como todo mundo acha que seria.... só que a temperatura do escape mesmo com o ponto adequado (existem formulas pra calcular os valores teoricos de ponto sabendo-se dados do comando, motor, etc.) ficava acima do aceitável, aí foi necessário enriquecer o motor (perdendo potência ) até a temperatura ficar aceitável para o valor de ponto próximo ao que eles calcularam e consideraram o ideal....

                1 Resposta Última resposta
                • L Offline
                  L Offline
                  Leo_Multi
                  escreveu em última edição por
                  #29

                  queria a opinião do pessoal que tem experiencia em usar pir?metro.

                  qual a temp correta de trabalho? qual a máxima temperatura para evitar quebras?

                  valeu

                  :)

                  medindo antes da turbina :

                  gasolina 950

                  alcool 850

                  diesel 750

                  a medindo depois da turbina só serve para avaliar a eficiencia de trabalho da turbina (antes x depois) :)

                  1 Resposta Última resposta
                  • L Offline
                    L Offline
                    Leo_Multi
                    escreveu em última edição por
                    #30

                    (existem formulas pra calcular os valores teoricos de ponto sabendo-se dados do comando, motor, etc.)

                    para cada mistura, rpm, posição do acelerador vc tem um ponto ideal.

                    não se calcula o ponto, porque são muitas variaveis

                    para se determinar o ponto ideal para cada situação, só simulando num dyno (cada posição do acelerador, rpm e para cada mistura)

                    este trabalho é conhecido como levantamento de requisitos de um motor e é empirico (só testando)

                    1 Resposta Última resposta
                    • O Offline
                      O Offline
                      overspeed
                      escreveu em última edição por
                      #31

                      para cada mistura, rpm, posição do acelerador vc tem um ponto ideal.

                      não se calcula o ponto, porque são muitas variaveis

                      para se determinar o ponto ideal para cada situação, só simulando num dyno (cada posição do acelerador, rpm e para cada mistura)

                      este trabalho é conhecido como levantamento de requisitos de um motor e é empirico (só testando)

                      leo,

                      qdo o fabricante da injeção vai fazer o mapeamento de um motor, o fabricante do motor fornece a curva te?rica de ponto caculada a partir de dados como taxa, comando, efici?ncia, etc…a? essa curva obrigatériamente é testada empiricamente no dinam?metro (aonde cai no que vc falou) mas em princ?pio se calcula sim a curva te?rica de ponto em alguns pontos que serivó de base pro acerto.

                      em tese o ponto varia na mesma temperatura do motor com:

                      • pressão no coletor: maior pressão =>menor ponto

                      • temperatura de admissão: maior temperatira =>menor o ponto

                      • rpm: maior a rpm => maior o ponto

                      obs: para carga estratificada a posição da borboleta influencia pouco, apenas definindo 3 situações marcha lenta, meia carga e plena carga e com ela 3 familia msde curva de ponto

                      mistura não influencia porque as fabricas trabalham com a mistura num valor fechado estequiom?trico (cai de novo pela posição da borboleta vc tem outras 3 familias de curvas ml, meia carga e plena carga)

                      calcula-se a pressão teorica dentro do cilindro e para cada pressão (que é fruto das vari?veis acima) se tem um valor de ponto que pode ou não ser a realidade.

                      1 Resposta Última resposta
                      • F Offline
                        F Offline
                        Fabio
                        escreveu em última edição por
                        #32

                        [[quote]ou seja digamso que vc vai enriquecendo e a tmeperatura suba de 600 pra 650 e assim consecutivamente até 850?c..a partir deste momento começa a cair novamente…a melhor condição de potência máxima aconteceu com a mistura adequada pra 850?c...a? digamos que vc considere a temperatura alt demais.... vc abaixa o ponto nesta condição e repete o processo.

                        sempre a potência máxima vai ocorrer com a maior temperatura no escape? na potência máxima sempre sobra combustável não queimado. ele não ajudaria a deixar a temperatura mais baixa na condição de potência máxima, mesmo que nessa condição esteja sendo queimado mais combustável?

                        1 Resposta Última resposta
                        • P Offline
                          P Offline
                          PrEsA
                          escreveu em última edição por
                          #33

                          pessoal o seguinte:

                          qdo estava em uma auto-pecas foi solicitado (por uma montadora) o nosso auxilio p acertar uma ecu de um motor q iria correr o brasileiro de rally.

                          nao utilizamos os parametros originais, pois o motor estava com 4x1, bielas e pistao forjados e um comando com mais levante e duracao (lembrem-se q era aspro).

                          um engenheiro da marelli veio p fazer o acerto do motor em nossa bancada de dinos. a metodologia era muito simples:

                          • trava-se uma rotacao e uma carga pelo dino: altera-se ponto e tempo de injecao ate potencia maxima (com um microfone p detectar pre-ignicao)

                          e assim construiu-se o mapa do veículo q com motor 1,6 16v chegou a 160cv de 5000 a 7500 rpm.

                          detalhe importante: ele sacrificava potencia p manter a temperatura no escape abaixo de um certo limite, aumentando injecao mas perdendo potencia. o limite ele tirou da propria cabeca e lembro ser algo perto de 700oc (mas como o valor era em of eu nao tenho certeza de qto ele usou na epoca).

                          para medir a temp maxima ele deixava o motor cerca de 1min p estabilizar. logo se em 5s seu motor atingiu 800oc depois da turbina eu consideraria perigoso….

                          e excesso de temperatura causam quebra por:

                          • fadiga mecanica no material, pois ele tende a ficar mais mole com a temp.

                          • altera as folgas, podendo causar até o travamento de aneis em motores originais

                          (isto é p aumentos graduais de temp, nao p falta de comb q fura cabeca de pistao )

                          []s

                          1 Resposta Última resposta
                          • P Offline
                            P Offline
                            Pix
                            escreveu em última edição por
                            #34

                            [

                            sempre a potência máxima vai ocorrer com a maior temperatura no escape? na potência máxima sempre sobra combustável não queimado. ele não ajudaria a deixar a temperatura mais baixa na condição de potência máxima, mesmo que nessa condição esteja sendo queimado mais combustável?

                            [snapback]404960[/snapback]

                            não… potencia máxima não sobra combustável e fica no limite da fadiga.

                            em provas de curta duração, tipo arrancada, o ideal é buscar potencia sacrificando equipamento. aí vem cavalaria.

                            curiosidade já que esse tópico foi ressucitado...

                            nas ultimas semanas com o carro, com um novo setup (turbina, injeção e 2 bombas novas) quando vinha o pico de pressão (1.6) o carro ficava ignorante... o hall zerava e a temp subia rápido mas virava absurdamente... potencia que eu ficava assustado com 1,6... ignorava qq marcha do cambio.

                            sabia que se segurasse assim, era quebra garantiada.

                            não cheguei a acertar porque desmontei em seguida.

                            1 Resposta Última resposta
                            • F Offline
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                              Fabio
                              escreveu em última edição por
                              #35

                              ? impossível que não sobre, pois a mistura nunca é perfeitamente homog?nea.

                              1 Resposta Última resposta
                              • P Offline
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                                escreveu em última edição por
                                #36

                                ? impossível que não sobre, pois a mistura nunca é perfeitamente homog?nea.

                                [snapback]405677[/snapback]

                                a ponto de esfriar os cilindros não…

                                1 Resposta Última resposta
                                • F Offline
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                                  Fabio
                                  escreveu em última edição por
                                  #37

                                  a ponto de esfriar os cilindros não…

                                  [snapback]405684[/snapback]

                                  tudo bem, mas por menor que seja essa sobra, não seria o suficiente para baixar nem 1? c a mistura?

                                  1 Resposta Última resposta
                                  • P Offline
                                    P Offline
                                    Pix
                                    escreveu em última edição por
                                    #38

                                    tudo bem, mas por menor que seja essa sobra, não seria o suficiente para baixar nem 1? c a mistura?

                                    [snapback]405778[/snapback]

                                    não estou te entendendo… porque numa situação dessas a temperatura sobe sem parar, não sei a quantos graus chega.

                                    o ideal é uma mistura que mesmo em carga plena, manetenha numa temperatura x, essa que eu nunca soube por não ter pirometro após os cilindros somente após a turbina.

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                                      Fabio
                                      escreveu em última edição por
                                      #39

                                      temperatura tbm se altera com mistura… conforme vc vai enriquecendo e ganhando potência por se aproximar de fator lambda = 0,85 (não confundir com 850mv de valor de sonda) a temperatura vai crescendo mantendo-se a mesma curva de ponto, no momento em que vc enriquece e a temperatura começa a cair é sinal de que vc está começando a perder potência e o valor absoluto de temperatura é fruto do ponto tbm.

                                      ou seja digamso que vc vai enriquecendo e a tmeperatura suba de 600 pra 650 e assim consecutivamente até 850?c..a partir deste momento começa a cair novamente...a melhor condição de potência máxima aconteceu com a mistura adequada pra 850?c...a? digamos que vc considere a temperatura alt demais.... vc abaixa o ponto nesta condição e repete o processo.

                                      no final sempre se deixa uma margem de segurança com mistura ligeiramente mais rica do que o de máxima potência e ponto um pouco mais baixo pros casos aonde vc segura mais a potência num regime perto da máxima (aonde gera mais calor) e consecutivamente vc tem mais chances de quebra.

                                      mas uma coisa é absolutamente verdade.... dizer que vc está seguro na questão ponto apenas lendo temperatura é inverdade... tem amigo meu (e inclusive posta no forum ) que quebrou canaleta de pistão com 700? e pocuos no escape após segurar um pouco mais de qiunta.

                                      []s jr

                                      [snapback]145473[/snapback]

                                      uma mistua de máxima potência mesmo sobrando um pouco de combustável não queimado sempre vai gerar mais calor do que uma mistura mais econômica onde, teoricamente, se queimou todo combustável.

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